Conecte-se connosco

Desporto

Conimbricense Catarina Costa salienta apoio do público para o ouro no Grande Prémio de Portugal

Publicado

em

A judoca Catarina Costa salientou hoje o apoio do público no Grande Prémio de Portugal para a conquista da medalha de ouro na categoria de -48 kg, apesar de admitir que não se encontra “na melhor forma”.

Instantes após escutar o hino nacional no lugar mais alto do pódio, em Almada, a atleta da Académica de Coimbra lembrou que “uma medalha de ouro é sempre especial” e admitiu que esta “foi ainda melhor por ser conquistada em casa”, o que foi um fator de motivação extra.

“Não estou na minha melhor forma física e tinha consciência disso. É início de época, estou em época de exames na faculdade, mas estava muito concentrada e motivada por ser em casa. O apoio do público foi determinante. Apesar do cansaço, conseguia manter o foco, sentia que estava bem e eles iam-me dando esse ‘feedback’”, explicou a estudante de Medicina na Universidade de Coimbra.

Após vencer a uzbeque Khalimajon Kurbonov e a italiana Asia Avanzato, ambas por ‘ippon’, na fase de ‘poule’, Catarina Costa superou a francesa Melanie Vieu, por ‘waza-ari’, nas meias-finais, e derrotou a sul-coreana Hyekyeong Lee, na final, também por por ‘waza-ari’, naquele que foi “o combate mais difícil” do dia.

“Já esperava que o fosse, tendo em conta as adversárias que fui apanhando. Ainda para mais, foi frente a uma adversária que não conheço, contra a qual lutei pela primeira vez. Mesmo em estágios, nunca tínhamos lutado uma com a outra e tivemos de descobrir a melhor estratégia dentro do próprio combate”, resumiu a quinta classificada nos Jogos Olímpicos de Tóquio2020.

Agora, prosseguiu, Catarina Costa “é continuar a trabalhar para sentir a forma a subir aos poucos” e para que as próximas competições corram “tão bem ou melhor do que esta”, com os olhos postos no segundo semestre do ano, que “vai ser mais intenso”.

“Há o Campeonato do Mundo em outubro, o Masters em dezembro, e vamos apostar mais para essas competições. O fim da época vai ser duro, por isso também não queremos esticar muito já no início. Essas competições devem ser longe, com o desgaste das viagens, no fim do ano, temos de ter tudo isso em conta para garantir que estaremos bem”, traçou a atual 12.ª classificada do ranking mundial.

Continuar a ler
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
close-link
close-link