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Coimbra

Condeixa reclama prioridade ao prolongamento do Metrobus e variante Alfarelos-Taveiro

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O presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, Nuno Moita da Costa, defende o prolongamento do metrobus ao concelho condeixense como uma das prioridades a contemplar no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que será executado até 2026.

No âmbito do processo de auscultação pública do PRR, que se encontra em curso, o edil de Condeixa desafia a Comunidade Intermunicipal (CIM) da região centro, enquanto autoridade regional de transportes, a iniciar os estudos técnicos necessários, em conjunto com a Metro Mondego S.A., tendo em vista a extensão da solução Metrobus (autocarros elétricos) ao concelho de Condeixa. 

“Esta ligação através do metrobus permitiria melhorar, significativamente, a ligação de Condeixa e do seu tecido empresarial a Coimbra, com ganhos ambientes e de fiabilidade, reforçando a coesão económica e social do território”, assinala Nuno Moita.

Simultaneamente, o presidente da Câmara de Condeixa destaca a importância e a urgência da construção da variante às Estradas Nacionais 341 e 347, entre Alfarelos e Taveiro – solução C, atravessando os concelhos de Soure, Montemor-o-Velho, Condeixa-a-Nova e Coimbra, numa extensão de 16 km, empreitada que se encontra sinalizada no Plano de Recuperação e Resiliência.

Esta nova via de carácter regional promoveria a ligação entre a cidade de Coimbra e o litoral/Figueira da Foz, constituindo uma alternativa importante para o tráfego no sentido Este-Oeste a Sul do Mondego, tendo ainda uma forte influência nas localidades abrangidas pelo projeto, nomeadamente Condeixa-a-Nova.

“Atualmente, esta solução faria ainda mais sentido tendo em consideração a possibilidade de ligação entre Alfarelos [ponto de acesso à ferrovia] e o porto da Figueira da Foz e criaria a possibilidade de se efetuar uma ligação rodoviária à Zona Industrial Ligeira de Condeixa e, neste sentido, solicitei à CIM que reconheça a importância deste investimento e que possa contribuir para articular este projeto entre os quatro municípios envolvidos”, revela Nuno Moita.

Ainda a propósito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o autarca de Condeixa defende a territorialização da gestão do PRR como forma de assegurar uma maior celeridade de execução dos projetos definidos e evitar a concentração de investimentos nas grandes áreas metropolitanas.

“Continuamos a considerar que deveria existir uma regionalização do PRR, à semelhança do que acontece noutros países, pois só desta forma conseguiremos um maior ajustamento das respostas às necessidades dos territórios e, desta forma, otimizar o investimento e a desejada retoma após ultrapassar a crise sanitária”, esclarece Nuno Moita.

O edil destaca ainda o “apoio robusto para as empresas e o caráter decisivo dado pela criação das agendas mobilizadoras, mas não podemos deixar de referir a falta de apoios às Pequenas e Médias Empresas (PME) que representam, no caso da região centro, 99% do tecido empresarial”.

O PRR nacional tem definido um período de execução que decorre até 2026, com recursos que ascendem a cerca de 14 mil milhões de euros de subvenções, um conjunto de reformas e de investimentos que permitirão ao país retomar o crescimento económico sustentado no período pós pandemia, reforçando assim o objetivo de convergência com a Europa ao longo da próxima década.

 

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