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Condeixa continuou a baixar dívida em 2016

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O município de Condeixa-a-Nova atingiu em 2016 uma taxa de execução orçamental de 99,8% e continuou a diminuir a dívida de médio e longo prazo, de acordo com o relatório e contas referente ao exercício do ano passado, aprovado recentemente, informa a autarquia em comunicado enviado a NDC.

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A Câmara liderada por Nuno Moita salienta que a  dívida total apresentou, no ano passado, uma descida de 8,1% face ao ano anterior, fixando-se em cerca de 2 milhões e 433 mil euros, muito abaixo do limite ao endividamento previsto por lei, fixado em mais de 14 milhões de euros.

“Estes dados revelam que o município de Condeixa-a-Nova tem uma capacidade de endividamento confortável e está manifestamente fora da zona de risco, em termos de cumprimento da Lei das Finanças Locais”, destaca Nuno Moita, presidente da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova.

Os dados mais recentes continuam a apresentar uma evolução positiva ao nível do equilíbrio de curto prazo e um desempenho financeiro estável e positivo ao nível do equilíbrio de médio e longo prazo.

Desde o início do mandato, entre dezembro de 2013 e abril de 2017, a dívida de médio e longo prazo caiu para quase metade (44%), de 2,608 para 1,478 milhões de euros, registando-se uma redução de 1,130 milhões de euros. Em relação à dívida de curto prazo, também se registou uma redução de 284 mil euros, desde o início do mandato.

Os rácios orçamentais voltam a registar, de acordo com o relatório e contas de 2016, valores que demonstram que se continuou a manter um efetivo controlo do orçamento. Saliente-se que no ano passado a receita total efetiva desceu 6,3% (cifrou-se em € 11.567.264,93), em relação a 2015, e a despesa total também diminuiu 10,7% (fixando-se nos € 10.443.617,34).

A taxa de execução orçamental atingiu a taxa de 99,8%, ou seja, um aumento de cerca de 2,67% em relação a 2015, garante a edilidade.

As prioridades do município, em 2016, continuaram a manter-se fiéis ao programa eleitoral sufragado pelos munícipes em 2013 e agregam-se em 3 eixos estratégicos: Condeixa de Proximidade, Condeixa Civitas de Inclusão (que continuam a ser os vetores estratégicos mais importantes com um peso de 60,61% e 29,09%, respetivamente) e Condeixa Competitiva.

Cumprindo o orçamentado, verificou-se que as atividades estratégicas relacionadas com “Um Território Sustentável” tiveram um peso de 43,4% no total dos montantes realizados/pagos por parte da autarquia. Nestas atividades destacam-se as despesas relacionadas com o serviço de abastecimento de água, os serviços de saneamento, tratamento dos resíduos sólidos, transportes rodoviários e gastos com a energia. A “Cultura, Desporto e Lazer” apresentam um peso de 14,4%, os “Serviços Municipais de Qualidade (Administração Geral)” apresentam um valor de 14,3%, o objetivo “Educação e Apoio à Família” apresenta um peso de 10,1 %, ocupando o 4º lugar em termos de montantes realizados em relação às Grandes Opções do Plano para 2016, e o “Turismo Caminho de Futuros” apresenta um peso de 6,2%, ocupando assim o quinto lugar em termos de investimentos realizados, uma vez que em 2016 o Edifício do Museu PO.RO.S atingiu a finalização da sua obra, conclui.

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