A Câmara de Condeixa-a-Nova alertou hoje para o risco de inundações urbanas e alertou a população para a retirada de bens das habitações próximas de linhas de águas.
“Devido à previsão de chuva persistente e por vezes forte para o dia de amanhã (quarta-feira), entre as 06:00 e as 18:00, situação que pode provocar o aumento do caudal do rio do Caldeirão e das restantes linhas de água em Condeixa, com possibilidade de ocupação dos leitos de cheia, alerta-se para o risco de inundações urbanas”.
A Câmara aconselhou que “bens que se encontram em habitações, garagens ou caves próximas de linhas de água sejam colocados antecipadamente a salvo”.
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Por isso, recordou a Câmara, mantém-se encerrada a circulação automóvel na Praça da República, na vila de Condeixa-a-Nova”.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.