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Coligação PSD/CDS-PP critica adiamento das obras na Escola Secundária da Lousã

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A coligação PSD/CDS-PP criticou hoje o adiamento da empreitada de requalificação da Escola Secundária da Lousã, considerando que a decisão aprovada na segunda-feira “é uma perda enorme” para o concelho e para a comunidade escolar.

Na segunda-feira, a Câmara da Lousã, no distrito de Coimbra, aprovou o adiamento da requalificação da Escola Secundária da Lousã, devido ao aumento de custos, o que vai obrigar a nova candidatura a fundos europeus.

“Para nós, desistir de uma empreitada já aprovada com fundos comunitários a 85% e com dotação do Governo português de mais de 7,5% é uma perda enorme para o concelho, mas sobretudo para a comunidade escolar”, afirmou hoje a coligação PSD/CDS-PP, que conta com três vereadores eleitos, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Segundo a coligação, a comunidade não pode ser penalizada “uma vez mais pela falta de capacidade em conduzir este processo, o que fez com que se atrasasse o lançamento da obra, levando à sua desistência”.

“O facto de não sabermos, à data de hoje, quais as regras de financiamento dos próximos quadros comunitários de apoio, aliadas ao facto de incorrermos na possibilidade de termos de indemnizar o empreiteiro, pois já se havia realizado a assinatura do contrato em novembro passado, são condições para entendermos que não avançar com a obra representa sérios e reais prejuízos”, argumentam os três vereadores, que assinam a nota de imprensa.

Os eleitos pela coligação PSD/CDS-PP realçam ainda que, neste momento, “estão aprovados uma série de mecanismos que preveem não penalizar os atrasos na execução de obras apoiadas por fundos comunitários, bem como atualizações de preços por forma a compensar os desvios orçamentais causados pela pandemia e pela guerra”.

“A escola em causa demonstra fragilidades a vários níveis. A sua requalificação é urgente. Para o próximo quadro comunitário de apoio deveríamos estar a candidatar a EB2 e a terminar esta empreitada, mas assim, apenas assistimos a mais promessas. A educação precisa de palavra, não pode ficar por promessas eleitorais”, frisam os vereadores.

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