Coimbra

Coimbra vai abrir concurso público para estabilização de taludes na Estrada de Coselhas

Notícias de Coimbra | 3 semanas atrás em 24-05-2024

A proposta de abertura de um procedimento de concurso público para a realização da empreitada de “Estabilização de taludes na Estrada de Coselhas” vai ser debatida na reunião de Câmara de 27 de maio. O preço base do procedimento é de 1,2 milhões de euros (M€), ao qual acresce IVA à taxa legal em vigor, com um prazo para a empreitada de 270 dias. Esta intervenção pretende corrigir a instabilidade observada ao longo dos últimos anos.

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O projeto de estabilização de taludes na Estrada de Coselhas remonta a 2018, quando foi aprovado, em reunião de Câmara, o respetivo anteprojeto. Contudo, tendo sido necessária a aquisição de um terreno para a execução da obra, o procedimento para a adjudicação da empreitada ficou suspenso. Assim, apenas através de uma deliberação da Câmara Municipal de agosto de 2023, foi aprovada a aquisição da parcela de terreno necessária para a execução da obra, pelo que, estão, finalmente, reunidas as condições para a abertura do procedimento para a realização desta empreitada.  

Conforme evidenciado nas Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2024, é intenção do Município proceder à “requalificação dos elementos de contenção dos taludes daquela artéria municipal tendo em vista a resolução da sua instabilidade observada ao longo dos últimos anos e evitar que eventuais futuros desprendimentos de blocos atinjam os edifícios contíguos”. 

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Segundo a informação municipal, a estimativa orçamental do projeto “foi atualizada a esta data, face à evolução dos preços do mercado”, sendo de 1,2 M€ e com um prazo máximo de 270 dias. O projeto, prevê, resumidamente, a limpeza e a regularização de taludes, o saneamento de blocos instáveis e o preenchimento de consolas, o reforço de drenagem superficial, a impermeabilização da banqueta superior com betão, a execução de geodrenos, a colocação de redes de alta resistência associadas a pregagens e a colocação de barreiras dinâmicas.

Esta zona apresenta sérias instabilizações, que se traduzem, fundamentalmente, pelo desabamento e queda de blocos, bem como ravinamento e deslizamentos superficiais de materiais terrosos e rochosos.

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As intervenções propostas visam, assim, minimizar estes efeitos e melhorar a drenagem superficial e profunda do maciço.

O Executivo vai deliberar, também, sobre a aprovação das respetivas peças e a designação dos elementos do júri do procedimento e do gestor de contrato. 

Em 2018:

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