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Coimbra

Coimbra quer acolher Polo Europeu do Museu da Língua Portuguesa  

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“Parece cada vez mais perto o sonho de trazer para Coimbra o Polo Europeu do Museu de Língua Portuguesa, reinaugurado no final de julho, em São Paulo, no Brasil”, garante a candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura em 2027 em nota de imprensa enviada a NDC.

António Pedro Pita, investigador, professor catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade Letras da Universidade Coimbra e membro do Grupo de Trabalho da candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura em 2027, acaba de regressar do Brasil, onde esteve em visita ao Museu e em reuniões com a equipa da Fundação Roberto Marinho, bem como com alguns dos principais mecenas do projeto. 

O objetivo é claro: criar em Coimbra o primeiro polo internacional do Museu, no ano em que a cidade ambiciona ter o título de Capital Europeia da Cultura. Relembre-se que o Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Estado da Cultura, desenvolvido em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Tem como principal mecenas a EDP, bem como instituições de renome como o Grupo Globo, o Grupo Itaú e Sabesp, e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Inaugurado em 2006, o Museu da Língua Portuguesa recebeu até 2015 cerca de 4 milhões de visitantes e mais de 30 exposições temporárias. Um grave incêndio no final de 2015 obrigou ao encerramento temporário do projeto, que agora retoma o seu esplendor, de forma renovada e muito mais interativa. O Museu continua a documentar a diversidade histórica da língua portuguesa que liga 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Para José Roberto Merino, presidente da Fundação parceira do projeto, “contribuir com o Polo Europeu do Museu da Língua Portuguesa em Coimbra, motiva e mobiliza a equipa da Fundação Roberto Marinho, fortalecendo a integração da comunidade internacional dos falantes de língua portuguesa pela sua riqueza e diversidade expressiva e cultural”. E acrescenta: “Empenhamos o nosso firme compromisso e disposição de estarmos juntos nessa extraordinária iniciativa”.

Já António Pedro Pita reforça que “não se trata de uma simples importação do que está no Brasil, mas sim de fazer investigação de base, recolher, organizar e criar o polo europeu”. Para Luís de Matos, coordenador de Grupo de Trabalho Coimbra 2027, “este é um passo fundamental na afirmação de Coimbra como cidade do conhecimento e da cultura, que tem na língua portuguesa o seu mais estruturante alicerce”. E remata: “O sonho de inaugurar este polo no ano em que Coimbra pretende ser Capital Europeia da Cultura está na direção certa para a sua concretização”.

 

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