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Coimbra pode ajudar ao renascimento da Universidade de Nalanda

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O embaixador da Índia em Portugal, Jitendra Nath Misra, disse hoje que vai propor aos responsáveis da universidade de Nalanda para contactarem com a Universidade de Coimbra (UC) por esta poder contribuir para o renascimento da instituição indiana.

O diplomata revelou a sua intenção hoje, na Câmara Municipal de Coimbra, durante um encontro com o presidente, Manuel Machado.

Jitendra Nath Misra “está empenhado no renascimento da universidade indiana de Nalanda, pelo que irá propor o estabelecimento de contactos entre esta instituição e a UC”, afirma a Câmara de Coimbra, numa nota.

“Essa ligação poderá ser profícua a vários níveis, mas também porque em Goa existem inúmeros arquivos sobre a presença portuguesa naquele território”, sublinha o embaixador, citado na mesma nota.

A Índia tem em curso um projeto de restauração da Universidade de Nalanda, destruída no século XII.

Durante o encontro, o diplomata, colocado em Lisboa desde 12 de janeiro, “invocou o respeito, e até reverência, que sente por Coimbra”, cuja universidade, além de ser “o berço da língua portuguesa”, é “uma das quatro grandes universidades europeias, juntamente com Oxford, Cambridge e Bolonha”.

O embaixador da Índia anunciou, por outro lado, a realização, no final deste ano, de “um seminário internacional sobre relações económicas com a Índia, para o qual propôs, desde já, a presença de uma equipa enviada por Coimbra e liderada por Manuel Machado”.

A deslocação de artistas indianos a Coimbra, “com destaque para a área da dança”, foi igualmente sugerida por Jitendra Nath Misra, que revelou, por outro lado, que a cidade indiana Rajgir, no estado de Bihar, está interessada em geminar-se com Coimbra.

O presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado, destacou “a abertura da cidade para receber investimento indiano, bem como turistas e estudantes”, sustentando que Coimbra “tem boas condições para isso”.

Para o autarca, “o desejado investimento estrangeiro” em Coimbra contribuirá para “potenciar a investigação científica e a produção industrial”, fator que “permitirá criar empregos também para a população com mais estudos, evitando que esta parta para outras paragens à procura de sustento”.

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