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Coimbra

Coimbra cresce menos que Lisboa, Porto, Aveiro e Cávado

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 As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, as regiões de Aveiro e do Cávado tiveram o maior índice de desenvolvimento regional em 2016, de acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Segundo o INE, os resultados do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR) em 2016 foram obtidos através dos indicadores ‘competitividade’, ‘coesão’ e ‘qualidade ambiental’, e mostram que as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, as regiões de Aveiro e do Cávado tiveram um maior crescimento do que as restantes zonas do país.

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatísticas, “o Índice Sintético de Desenvolvimento Regional baseia-se num modelo conceptual que privilegia uma visão multidimensional do desenvolvimento regional”.

O relatório acrescenta que a ‘competitividade’ – que visa captar o potencial das regiões ao nível dos recursos humanos e infraestruturas físicas, assim como o grau de eficiência nos perfis educacional, profissional, empresarial e produtivo e também a eficácia na criação de riqueza e capacidade do tecido empresarial para competir no contexto internacional – teve o “maior nível de disparidade inter-regional” das 25 regiões contempladas no relatório.

O documento explica que Lisboa foi a área com um índice de ‘competitividade’ mais elevado, seguida pelo Porto, Aveiro e o Alentejo litoral, “que também superavam a média nacional”.

O relatório concluiu que, em 2016, “os índices mais elevados” se concentravam no litoral de Portugal.

No índice de coesão, os resultados obtidos “refletiam um retrato territorial mais equilibrado” do que no índice da competitividade.

Este índice estuda o “grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos básicos de qualidade, bem como os perfis conducentes a uma maior inclusão social e a eficácia das políticas públicas” e que se traduzem no “aumento da qualidade de vida e na redução das disparidades territoriais”.

A análise do INE mostra que “oito das 25 regiões” superavam a média nacional há dois anos e que os territórios geraram “uma imagem territorial de maior coesão no espaço central do continente e no litoral norte”, das quais se destacaram a área metropolitana de Lisboa, o Cávado e a região de Coimbra.

O interior do país, os arquipélagos dos Açores e da Madeira destacaram-se, em 2016, como as zonas do país com “desempenhos mais elevados” no índice de ‘qualidade ambiental’.

Este indicador está associado às “pressões exercidas pelas atividades económicas e pelas práticas sociais” sobre o meio ambiente, relativamente à qualificação e ao ordenamento territorial, mas também aos “efeitos sobre o estado ambiental e às consequentes respostas económicas e sociais em termos de comportamentos individuais e de implementação de políticas públicas”.
A média nacional foi superada por 15 das 25 regiões e este foi o indicador que apresentou “uma disparidade territorial menor”, destacando-se Trás-os-Montes como a região “com melhor desempenho”.

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