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Coimbra

Coimbra Capital Europeia da Cultura: “Que não seja um ano de celebração efémera”

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A vereadora da Cultura de Coimbra disse hoje que a “preocupação é não fazer da caminhada ou do título [de Coimbra Capital Europeia da Cultura] um ano de eventos efémeros, que não deixem marcas na cidade”.

Carina Gomes afirmou que a “criação do Conselho Municipal da Cultura e o orçamento participativo – com meio milhar de euros dedicados a projetos de cultura” são alguns exemplos de ações já implementadas no âmbito do processo. “A criação de um grande evento de literatura e do prémio Miguel Torga” são também eventos já realizados, sublinhou a autarca concluindo:”Que não seja um ano de celebração efémera”.

“Independentemente do desfecho é fundamental que as iniciativas sejam feitas para que Coimbra seja vencedora, não no título mas no processo” afirmou Carlos Fortuna, professor catedrático de Economia na FEUC, dando como exemplo Santiago de Compostela em 2003 de onde realçou o “envolvimento e grande entusiasmo local”.

“Se Coimbra conseguir mobilizar a cidade para a ideia de ser Capital Europeia da Cultura é um cidade ganhadora, mesmo que o título seja entregue a outra. Coimbra fica a ganhar com a mobilização dinâmica em torno do projeto”, reiterou Carlos Fortuna em entrevista em direto ao Notícias de Coimbra e à RUC.

“Para Coimbra não continuar a desperdiçar oportunidades deve envolver-se diretamente no desenho de políticas com aplicação direta às motivações das pessoas” disse ainda o professor universitário, quando questionado a esclarecer o que havia dito na conferencia sobre “Coimbra ter desperdiçado muitas oportunidades”.

Veja a entrevista no direto do Notícias de Coimbra, no final do primeiro painel do Festival Cidades Resilientes.

 

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