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Coimbra

ClimAção quer “árvores-monumento” para Coimbra (com vídeos)

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Cerca de uma centena de pessoas manifestaram-se, esta terça-feira, em Coimbra, contra o abate de árvores na cidade para a implementação do MetroBus, nomeadamente o anunciado corte de cinco plátanos na Avenida Emídio Navarro.

Nesta ação levada a efeito pelo movimento ClimAção Centro foi apresentada uma iniciativa pública de classificação das árvores maduras da cidade, para pôr termo à perda acentuada de árvores de grande porte: “Árvores-Monumento da Cidade de Coimbra”, que pretende preservá-las e integrá-las no plano estratégico de desenvolvimento urbano.

“Esta iniciativa cidadã quer ser um contributo proativo para o aumento do património natural classificado do município”, garantindo a preservação dos conjuntos de árvores importantes na cidade. Coube à investigadora e moradora da Avenida Emídio Navarro, Maria João Feio, ler o documento. A bióloga disse, ainda, que o documento será entregue ao presidente da Câmara Municipal de Coimbra.

“O Metro Mondego pode passar; Os plátanos devem ficar” foram as palavras de ordem dos manifestantes que se concentraram na baixa da cidade, junto ao Parque Manuel Braga, na rotunda onde estão duas árvores de grande porte e outras três de dimensão ligeiramente inferior que estão no caminho do sistema de transportes coletivos que promete ligar Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã e vão ser cortadas.

No cordão humano estava Iria Santos de 91 anos que mostrava o seu desagrado e a sua revolta com o abate dos plátanos na Avenida Emídio Navarro, pois sempre se lembra das árvores nesta zona da cidade. “Têm mais de 100 anos”.

O coletivo ClimAção Centro lançou uma petição online “O Metro Mondego pode passar, os plátanos devem ficar”, e que será entregue ao presidente do município, alertando para a “urgência de demover a Câmara Municipal de Coimbra e a Metro Mondego” da remoção dos plátanos históricos na Emídio Navarro, para a qual, diz o grupo “existe alternativa tecnicamente exequível”. Esta Terça-feira já tinham assinado o documento cerca de 1400 pessoas.

Os ativistas “à imediata suspensão do abate programado das árvores e a revisão do traçado nos pontos em que afete o património arbóreo”. “As soluções técnicas existem, desde que exista também vontade política”, sustenta o grupo.

Veja os diretos NDC:

 

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