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Cinco aldeias de xisto da Lousã com rede de água modernizada pela APIN (com vídeos)

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A Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior (APIN) vai investir cerca de 320 mil euros no abastecimento de água de cinco aldeias de xisto do concelho da Lousã. Os autos de consignação foram assinados esta tarde, entre a APIN e a Luságua-Serviços Ambientais, empresa vencedora do concurso público, na Câmara Municipal da Lousã

São quatro empreitadas, que englobam cinco aldeias serranas da Lousã. Entre outras intervenções, está prevista a construção de estações de tratamento de águas (ETA) e a reabilitação de sistemas de captação e adução de água, indicou João Miguel Henriques, presidente do conselho de administração da APIN. 

As intervenções serão feitas no Candal (77.800 euros), Talasnal (80.000), Cerdeira (72.400) e Casal Novo e Chiqueiro (85.500).

Segundo o presidente da Câmara da Lousã, Luís Antunes, estas empreitadas preveem uma “otimização” do abastecimento de água naquelas cinco aldeias, estando previsto para o futuro empreitadas noutras localidades, que não são aldeias de xisto. O autarca realçou ainda a importância deste investimento face à procura turística e unidades que operam naquelas cinco aldeias de xisto.

Ao todo, a APIN contabiliza mais de 30 milhões de euros em investimentos no atual quadro comunitário, com alguns já concluídos e outros por executar, afirmou João Miguel Henriques. O valor refere-se a investimentos cofinanciados no atual quadro comunitário, na área das águas residuais e abastecimento de água, estando alguns por executar e outros já concluídos, adiantou. 

“Face ao volume de investimentos lançados, tivemos dificuldade em alguns concursos por falta de disponibilidade das empresas, evocando falta de mão de obra, o que faz com que alguns destes procedimentos se tenham vindo a atrasar. Há um conjunto significativo [de empreitadas] a decorrer, outras concluídas e esperamos apresentar novos contratos de consignação”, salientou.

Os investimentos, face ao calendário do atual quadro comunitário, terão de estar concluídos até ao final do primeiro semestre de 2023, mas João Miguel Henriques acredita que, devido ao ritmo geral de execução Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), possa haver “um alargamento do prazo” para facilitar a execução de projetos que se tenham atrasado.

João Miguel Henriques realçou ainda o objetivo de a APIN reduzir “significativamente os resíduos” que acabam no aterro, aumentar os resíduos recolhidos para reciclagem e diminuir as perdas de água.

Criada em 2018 para gerir os serviços de abastecimento de água, de saneamento e resíduos sólidos, a APIN agrega 11 concelhos dos distritos de Coimbra e de Leiria, embora o de Penacova já tenha anunciado a intenção de abandonar o projeto.

Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pedrógão Grande (do distrito de Leiria), Góis, Lousã, Pampilhosa da Serra, Penela, Vila Nova de Poiares e Penacova (do distrito de Coimbra) continuam a integrar a empresa, constituída por capitais públicos.

Veja o direto NDC com João Miguel Henriques:

Veja o direto NDC com Luís Antunes: 

Veja o direto NDC com a sessão de assinatura de autos de consignação:

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