Portugal

Chuva não dá tréguas e coloca Coimbra sob aviso laranja

Notícias de Coimbra | 2 horas atrás em 10-02-2026

Nove distritos do Norte e Centro de Portugal continental vão estar na quarta-feira em aviso laranja devido à previsão de “chuva persistente e por vezes forte”, divulgou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os avisos são válidos entre as 06:00 e 18:00 de quarta-feira para Viseu, Porto, Vila Real, Santarém, Viana do Castelo, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.

Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Setúbal e Lisboa estão, por sua vez, sob aviso amarelo de chuva, válido até às 18:00 de quarta-feira.

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Em aviso laranja por agitação marítima, entre as 15:00 de quarta-feira e as 15:00 de quinta-feira, estão Porto, Viana do Castelo, Aveiro, Coimbra e Braga, distritos já em aviso amarelo pelo mesmo motivo.

Beja, Lisboa, Setúbal e Faro estão já sob aviso amarelo por agitação marítima, que se prolonga até sexta-feira.

O IPMA colocou ainda Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Castelo Branco e Braga sob aviso amarelo por vento, válido entre as 12:00 e 21:00 de quarta-feira.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) alertou hoje que são esperados, na quarta-feira, chuva e vento por vezes fortes devido à depressão Nils, que não irá afetar diretamente Portugal continental.

De acordo com o IPMA, o vento irá soprar por vezes forte, com rajadas até 75 km/h, podendo atingir 100 km/h nas terras altas, em particular nas regiões a norte do rio Mondego.

Quanto à agitação marítima, “continua forte na costa ocidental”, prevendo-se ondas de noroeste com 4 a 6 metros de altura significativa, podendo atingir 11 metros de altura máxima a norte do Cabo Mondego.

Portugal continental foi atingido no dia 27 de janeiro pela depressão Kristin, a que se seguiu a Leonardo e a Marta, que causaram 15 mortos e centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.