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Política

CHEGA “pode ser lobista para aproximar Universidade de Coimbra e empresas” (com vídeo)

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Paulo Ralha, cabeça de lista pelo CHEGA no círculo eleitoral de Coimbra para as próximas Eleições Legislativas, disse em entrevista ao Notícias de Coimbra que quer “alavancar a região em termos de desenvolvimento económico” e que o partido que agora representa pode fazer lobby para aproximar a Universidade das empresas.

Natural de Barcelos, no distrito de Braga, onde vive e exerce a sua atividade profissional como funcionário da Autoridade Tributária, Paulo Ralha não esconde que “a ligação que tem a Coimbra é muito ténue”, mas que se candidata “na perspetiva de o partido atingir a quota para o círculo nacional”.

Questionado pelo NDC sobre o conhecimento da Região, o candidato respondeu que “nos últimos 15 dias” se inteirou, falou “com os agentes” e pôs-se “a par dos problemas”.

“A Academia parece que deixou de ser o motor de desenvolvimento para a região que foi noutros tempos. É preciso atuar nesse binómio academia-sociedade. Falando com os empresários, vendo quais as necessidades das empresas da região e adaptando os cursos para satisfazer, atuando também em termos de investigação e fazendo mais protocolos com as empresas”, afirmou o cabeça de lista.

“O partido CHEGA, se tiver representante no Parlamento, pode ser um interlocutor muito válido, um lobista, para estabelecer uma ligação entre a academia e o tecido industrial e comercial de toda a região”, sustentou Paulo Ralha, quando questionado sobre o que o partido poderá fazer por Coimbra se for eleito, explicando que poderá “articular interesses da cidade de Coimbra para o seu desenvolvimento”, nomeadamente através da “fixação de jovens”, do “enriquecimento das empresas, do desenvolvimento do tecido económico, de revitalizar o comércio e alavancar a região”.

O candidato, que foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, integrou a lista de candidatos do Bloco de Esquerda (BE) a deputados por Braga, no quinto lugar da lista, em 2011, e em 2016 fez campanha no BE por Marisa Matias. Além disso, foi militante do PS entre 2013 e 2019. Assevera agora que as mudanças de cor política mostram que o CHEGA é uma força política “aberta” e que “tem gente de todos os quadrantes.” Entre as propostas que apresenta está a “descida progressiva dos impostos até que a taxa seja igual para toda a gente”.

Assumindo-se como cabeça de lista de um “partido inconformado”, Paulo Ralha assegurou que será “uma voz ativa no Parlamento” e “lutará por ver concretizado o Metrobus”. Apontou ainda como prioritária a área da saúde, defendendo a abertura do Hospital Compaixão, em Miranda do Corvo e o Hospital dos Covões a funcionar como “hospital de retaguarda” do Hospital da Universidade de Coimbra.

Veja a entrevista NDC em direto a Paulo Ralha:

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