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Coimbra

Chega organiza III Convenção Nacional para “Governar Portugal” no fim de maio em Coimbra

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O Chega vai organizar a sua III Convenção Nacional entre 28 e 30 de maio, em Coimbra, tendo por base a moção estratégica “Governar Portugal” do presidente reeleito, André Ventura, disse hoje à Agência Lusa fonte partidária.

Este congresso, no qual o partido político da extrema-direita parlamentar espera acolher perto de 700 pessoas, entre convidados, comunicação social e os mais de 500 delegados e membros inerentes, vai realizar-se no centro de negócios Caves de Coimbra.

“Vamos respeitar todas as regras de distanciamento e o uso das máscaras e articular o evento com a Direção-Geral da Saúde, nomeadamente com um plano de contingência”, disse a mesma fonte da força política populista.

Nesta III Convenção, Ventura apresentará a sua lista de nomes para a direção nacional, que será submetida à votação dos delegados. Também vão ser votadas propostas de alteração aos estatutos e ao programa do partido, além da moção estratégica.

O texto do líder defende um “passo definitivo” [do Chega] para alcançar presença no executivo do país: “o objetivo do partido deverá ser agora, sem dúvidas ou tibiezas, o Governo de Portugal”.

O documento, intitulado “Governar Portugal”, segue-se à moção estratégica apresentada nas “diretas” de 05 de setembro de 2020 e na II Convenção Nacional (19 e 20 de setembro, Évora), cujo título era “Mobilizar Portugal” e onde se propunha eleger “deputados regionais já nas eleições para a Região Autónoma dos Açores” e consolidar o Chega “como terceira força política nacional nas próximas eleições legislativas, deixando para trás o PCP, o BE e o PAN”.

Ventura foi eleito presidente da direção nacional pela terceira vez em menos de três anos em eleições diretas realizadas em 06 de março, com 97,3% dos votos, mas só escassos 11,5% dos perto de 28 mil militantes tinham as quotas regularizadas e deslocaram-se às 20 mesas de voto em todo o país e ilhas.

O fundador, militante “n.º 1” e deputado único do Chega foi eleito pela primeira vez 30 de junho de 2019, em Algés (Lisboa), e demitiu-se em abril de 2020, justificando-o com a contestação interna devido à sua abstenção no parlamento sobre a renovação do estado de emergência em virtude da pandemia de covid-19.

Na II Convenção Nacional, em setembro de 2020, em Évora, Ventura foi novamente consagrado, mas o elenco por si escolhido para o órgão executivo de topo do partido só à terceira vez conseguiu a maioria de dois terços dos votos necessária por parte dos congressistas.

Na sequência das eleições presidenciais de 24 de janeiro, nas quais ficou na terceira posição, embora alcançando quase meio milhão de votos, o jurista e antigo conselheiro nacional do PSD, de 38 anos, voltou a demitir-se, como tinha prometido, por falhar os objetivos de ficar à frente da ex-eurodeputada socialista Ana Gomes e forçar o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, a uma segunda volta.

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