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Política

Chega espera “pacote de apoio económico” para setores mais afetados por restrições

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O Chega considerou hoje que o alívio de restrições anunciado pelo Governo deve ser acompanhado por um “pacote de apoio económico aos setores mais afetados” pela pandemia, como a restauração, hotelaria ou espaços de diversão noturna.

Numa nota enviada à imprensa, a Direção Nacional do Chega congratula-se com “o anúncio do Governo relativamente ao fim da maioria das restrições incidentes sobre a atividade económica, nomeadamente regras de lotação e obrigatoriedade de apresentação de certificados digitais”, medida já defendida na quarta-feira pelo presidente do Chega, André Ventura.

Para o partido, estas medidas já não apresentavam “qualquer justificação”, face ao “número de internamentos e incidência”.

“O Chega espera que este alívio de restrições seja agora acompanhado, como prometido, de um pacote de apoio económico aos setores mais afetados, como a restauração, hotelaria e setor dos serviços e diversão noturna”, apelam.

O partido espera ainda que se chegue rapidamente “ao nível 0” da pandemia, e que o estado de alerta no país termine, “para que o retorno à normalidade seja tão breve e estável quanto possível”.

O Governo decidiu hoje acabar com o confinamento dos contactos de risco de pessoas com covid-19, abolir a recomendação do teletrabalho e o limite da lotação nos estabelecimentos comerciais.

O Conselho de Ministros determinou também o fim da apresentação do certificado digital, salvo no controlo de fronteiras e pôs fim à exigência de teste negativo para o acesso a grandes eventos, recintos desportivos, bares e discotecas.

Em contrapartida, mantém-se a exigência de teste negativo à covid-19 para a visita a lares, a doentes internados em estabelecimentos de saúde, para quem não tem certificado de terceira dose de vacina ou recuperação.

O uso de máscara nos espaços interiores continua a ser obrigatório.

O Conselho de Ministros aprovou também a resolução que declara a situação de alerta em todo o território nacional continental até às 23:59 de 07 de março de 2022, deixando de vigorar a situação de calamidade.

A ministra de Estado e da Presidência afirmou que as medidas de alívio das restrições por causa da covid-19 seguirão hoje mesmo para promulgação por parte do chefe de Estado e deverão entrar em vigor nos próximos dias.

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