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Coimbra

Centro de Arte Contemporânea de Coimbra reinstalado noutra localização

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O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, avançou hoje que o Centro de Arte Contemporânea vai ser reinstalado noutra localização, depois de ter estado previsto passar para o imóvel da antiga Manutenção Militar.

“É um projeto muito mais ambicioso do que aquele que já havia, com opção da Manutenção Militar”, revelou o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, no final da sessão de abertura da PARTE Summit, que decorre ao longo do dia de hoje no Convento de São Francisco, em Coimbra.

No início do ano, o executivo da Câmara de Coimbra aprovou uma proposta para a formalização da reversão do imóvel da antiga Manutenção Militar, com o intuito de acolher o futuro Centro de Arte Contemporânea da cidade.

Este espaço, teria de ser adaptado e requalificado para acolher o Centro de Arte Contemporânea de Coimbra, atualmente a funcionar na Baixa da cidade, junto ao Arco de Almedina.

Aos jornalistas, o autarca escusou-se a avançar a nova localização para o projeto, afirmando apenas de que se trata de um projeto diferenciador para a cidade, que será “assinado por um grande arquiteto”.

“Esse Centro de Arte Contemporânea vai procurar recuperar as memórias do Mosteiro de Santa Cruz, inclusivamente com algum processo reconstrutivo, o que vai permitir dar uma dimensão e significado muito mais impactantes do que estava previsto”, acrescentou.

José Manuel Silva destacou que o projeto a apresentar não será concretizado num único mandato, sendo, portanto, “fundamental que haja, por parte de todas as forças políticas, um compromisso para o seu desenvolvimento”.

“Estamos convictos que o projeto que apresentaremos, será suficientemente motivador para envolver todas as forças políticas”, apontou ainda.

Já durante a sessão de abertura da PARTE Summit, o autarca tinha manifestado a sua intenção de ver Coimbra com um grande Centro de Arte Contemporânea, que possa ser uma referência nacional de arte contemporânea.

“É intenção da Câmara Municipal de Coimbra concorrer aos fundos estruturais do PT 2030 e, para isso, já apresentámos a ideia e o projeto para a reinstalação do Centro Arte Contemporânea em Coimbra num espaço de dimensão suficiente e de qualidade e peso histórico para afirmar”, referiu.

Ao longo da sua intervenção, o autarca considerou essencial uma aposta “mais ambiciosa e consistente” no segmente do turismo de arte e nas suas múltiplas potencialidades culturais e económicas, “não só em Coimbra como em toda a Região Centro”.

“A Câmara Municipal de Coimbra pretende assumir, cada vez mais, a arte contemporânea como uma das áreas âncora da sua estratégia cultural e da narrativa identitária do território Coimbra, entendido em sentido lato, dando-lhe mais recursos, estímulos, capacitação, difusão e promoção a nível nacional e internacional, de modo a garantir uma efetiva continuidade e sustentabilidade dos projetos em curso, de ideias emergentes e de pensamentos divergentes”, concluiu.

A PARTE Summit tem, durante o dia de hoje e em agosto, a sua primeira edição, entre as cidades de Coimbra e Loulé, num encontro internacional com alguns dos “pensadores mais influentes no meio artístico” contemporâneo.

Propõem “um novo formato de reflexão e partilha de conhecimento, que toma como ponto de partida 12 questões previamente formuladas por algumas das pensadoras e pensadores mais influentes no meio artístico, reunidos em Portugal a convite do programa PARTE”.

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