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Coimbra

Centro de Arte Contemporânea de Coimbra reabriu hoje (com vídeo)

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O Centro de Arte Contemporânea de Coimbra inaugurou hoje a segunda exposição do ciclo “De que é feita uma coleção?”, onde estarão presentes obras de Helena Almeida, Mário Cesariny e Peter Zimmermann, entre outros.

Esta exposição, intitulada, “Fluxo e Metamorfose”, tal como a primeira “Corpo e Matéria”, conta com obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, em depósito na Câmara de Coimbra.

A iniciativa, com curadoria de David Santos e José Maçãs de Carvalho, “pretende relacionar obras de pintura, escultura e fotografia que representam exemplos diferenciados na abordagem desses conceitos [fluxo e metamorfose], traduzidos quer por dinâmicas formais e cromáticas de livre explanação na superfície, quer por experiências informais, de surpreendente registo criativo”, refere o município.

José Maçãs de Carvalho refere que os três temas da trilogia da exposição são temas encontrados em pesquisa, que podem ser três eixos temáticos ou conceptuais, sendo que esta segunda exposição conta com 30 obras de 27 artistas.

Presente na exposição estão as obras “A casa”, de Helena Almeida, e “Retrato rotativo de Jean Genet”, de Mário Cesariny. Andy Denzler, Eduardo Nery, Fernando Calhau, Francisco Laranjo, Frank Thiel, Ilda David, Jason Martin, Menez, Pedro Calapez, Peter Zimmermann e Pia Fries são outros dos artistas presentes.

A Coleção BPN (ex-Banco Português de Negócios), que foi adquirida pelo Estado por cinco milhões de euros, está instalada em Coimbra, no Centro de Arte Contemporânea, situado para já num edifício junto ao Arco de Almedina, na Baixa da cidade.

Manuel Machado, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, explica a necessidade de “criar um processo evolutivo e responsável de desconfinamento para que as pessoas sintam também vontade e benefício em sair de suas casas. Não deixando de apelar a que se mantenha o distanciamento físico, com o cumprimento das regras de saúde pública, mas não podemos ficar eternamente confinados, portanto a melhor forma é através da cultura, do desporto, da fruição do espaço público”, refere.

As instalações definitivas do Centro serão, após obras de requalificação, na antiga sucursal da Manutenção Militar em Coimbra (cujo imóvel passou do Ministério da Defesa para Câmara de Coimbra em maio de 2017), na Avenida Sá da Bandeira, a algumas centenas de metros do edifício que recebe provisoriamente a Coleção do Estado. Sobre o espaço definitivo para acolher estas obras, Manuel Machado refere que o município está a trabalhar nesse sentido.

O Centro de Arte Contemporânea de Coimbra é mais um dos espaços expositivos municipais que reabre após o confinamento provocado pela pandemia da covid-19.

Também nesta semana, reabriu o Museu Municipal de Coimbra (que integra Edifício Chiado, Torre de Almeida e a Torre de Anto), bem como outros equipamentos municipais, como o Convento São Francisco, a Casa da Cultura, a Casa da Escrita ou a Sala da Cidade.

Vídeo do direto NDC com Manuel Machado

Vídeo do direto NDC da inauguração da exposição

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