Coimbra

CDU defende alternativas para quando a estação de Coimbra-A fechar

Notícias de Coimbra | 8 meses atrás em 26-09-2023

O deputado da CDU Manuel Pires da Rocha defendeu hoje que “é necessário e urgente” assegurar uma alternativa de transporte para o centro da cidade, quando a estação de Coimbra-A fechar, no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego.

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No início de setembro, a Câmara de Coimbra informou que o fim da ligação ferroviária entre Coimbra-A e Coimbra-B foi adiado para julho de 2024, quando estava previsto ocorrer no início desse mesmo ano, no âmbito das empreitadas do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

“Nós consideramos que é necessário e urgente resolver a questão da não existência de alternativa para esses passageiros que vão chegar a Coimbra-B e que vão ter de se safar como puderem ou, não se safando, terão de trazer automóvel”, afirmou Manuel Pires da Rocha.

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O deputado da CDU realçou que o fecho da estação de Coimbra-A antes do fim das obras do SMM gera “preocupações”.

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“Falamos de um fluxo de 1,3 milhões de pessoas por ano que precisam desse comboio para desembocar no centro da cidade”, referiu, salientando que o que se perspetiva é que “300 passageiros [que saiam de um comboio] sejam enfiados em autocarros com capacidade para 60 ou 70 passageiros”.

Para Manuel Pires da Rocha, caso não seja assegurada uma alternativa, haverá mais carros a chegar ao centro da cidade, “comportando mais problemas de poluição e mais problemas ao nível da vida da cidade”.

O deputado municipal voltou a criticar o fim daquela ligação ferroviária, prevista no âmbito do SMM, uma rede de autocarros elétricos em via dedicada, que irá assegurar designadamente a ligação de Coimbra-B ao centro da cidade.

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