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CDS-PP defende que alunos e professores do privado também devem ser testados

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O CDS-PP questionou hoje o Governo se os professores e alunos do ensino privado terão acesso a testes à covid-19, defendendo que “têm de ter exatamente a mesma proteção de saúde que os do ensino público”.

Numa pergunta dirigida ao ministro da Educação, e entregue hoje do parlamento, o CDS-PP pergunta se o Governo vai “incluir os alunos que frequentam escolas privadas – de qualquer ciclo – nos testes em massa”.

Na iniciativa, o CDS-PP refere a resolução do Conselho de Ministros, aprovada no domingo, que autorizou a realização de despesa de 19,8 milhões de euros com a aquisição de serviços de realização de testes rápidos de antigénio “em estabelecimentos de educação e ensino públicos e em respostas sociais de apoio à infância do setor social e solidário” para “preparar a reabertura gradual e sustentada das atividades presenciais, dando continuidade à implementação da Estratégia Nacional de Testes para SARS-CoV-2 2020”.

Também no domingo, a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) pediu uma clarificação do Governo sobre testes rápidos à covid-19 para os alunos do ensino privado, e avisou que não se conformará com uma “inaceitável discriminação”.

“O CDS concorda com as preocupações manifestadas pela AEEP, considerando, também, que professores e crianças e jovens que frequentam o ensino privado têm de ter exatamente a mesma proteção de saúde que os do ensino público”, salienta o partido na pergunta entregue hoje na Assembleia da República.

Os deputados centristas defendem que “uma política de saúde pública não pode penalizar alunos e docentes das escolas privadas, até porque isso contraria o objetivo originário de proteção da saúde de todos”.

“Esta matéria não é de política educativa, e não deve refletir as habituais – e erradas – escolhas de base ideológica do Ministério da Educação”, consideram.

Na pergunta, o líder parlamentar do CDS-PP, Telmo Correia, e a deputada Ana Rita Bessa questionam também “se o objetivo é o de salvaguardar a saúde pública”, se vai o Governo “incluir os professores das escolas privadas na mesma fase de prioridade de vacinação que os professores e não docentes das escolas públicas”.

As escolas estão encerradas desde 22 de janeiro, quando o Governo anunciou uma interrupção letiva antecipada de duas semanas. As aulas retomaram a 08 de fevereiro, mas à distância, à semelhança do que aconteceu no ano passado.

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