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Estado cede exploração da Casa Florestal de Sapadores da Figueira da Foz

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Sete imóveis públicos da região Centro vão poder ser requalificados para que, através de novas utilizações turísticas, contribuam para o desenvolvimento regional e local, anunciou hoje o gabinete do ministro de Estado, da Economia e Transição Digital.

No âmbito do fundo Revive Natureza, a Turismo Fundos lançou hoje os concursos para atribuição dos direitos de exploração relativos a estes imóveis, podendo os interessados apresentar as candidaturas até 14 de março.

Os imóveis em causa são as Casas Florestais do Bloco do Talhão 1 e a Casa Florestal de Praia (no concelho da Marinha Grande), a Casa Florestal do Pedrógão (no concelho de Leiria), a Casa de Cantoneiros de Poio Negro e a Casa de Jones (no concelho de Manteigas), os Moinhos da Corredoura (no concelho de Celorico da Beira) e a Casa Florestal de Sapadores (no concelho da Figueira da Foz).

“Com estes novos sete imóveis hoje apresentados a concurso, a Turismo Fundos conseguiu lançar, em cerca de ano e meio, um total de 38 concursos, dos quais 32 respeitantes, essencialmente, a antigos postos fiscais e casas de guardas-florestais e seis relativos a estações de caminho de ferro”, referiu a secretária de Estado do Turismo, Rita Marques.

No seu entender, estes números mostram “o grande interesse por parte dos privados na recuperação e valorização destes imóveis localizados em espaços únicos que dispõem de um elevado potencial de atração turística”.

Rita Marques frisou que “o Revive Natureza permite que estes imóveis, que se encontram devolutos há décadas, sejam objeto de recuperação e adaptação para serviços de alojamento, restauração, equipamentos e atividades de animação e lazer, com características inovadoras e sustentáveis”.

O objetivo é “atrair novos visitantes e fixar novos residentes nas localidades onde se inserem”, o que considera “decisivo para o desenvolvimento do turismo e da economia do país”.

De acordo com o gabinete do ministro de Estado, da Economia e Transição Digital, “dos três grupos de concursos já lançados, foram rececionadas um total de 367 candidaturas e encontram-se já adjudicados os imóveis respeitantes a 19 concursos dos dois primeiros grupos, sobre os quais foram celebrados dois contratos e encontra-se em processo de assinatura outro contrato”.

“Relativamente ao terceiro lote de seis imóveis, cuja fase para apresentação de candidaturas terminou no passado dia 19 de novembro, foram rececionadas um total de 45 propostas, tendo-se já iniciado o procedimento de análise das mesmas, com vista à sua adjudicação no início de 2022”, acrescenta.

Até 26 de janeiro, decorrem ainda “os concursos para a atribuição de direitos de exploração das seis estações ferroviárias cujos direitos de uso foram transferidos para o fundo Revive Natureza, após a celebração do um protocolo com a IP Património”.

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