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Política

Carlos Monteiro diz que defender ideia de “marasmo” é “pôr em causa o trabalho de 60 mil figueirenses” (com vídeos)

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O candidato do PS à Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, convocou hoje uma conferência de imprensa na sede do partido socialista para contestar “com dados” a ideia que tem vindo a ser defendida pelos candidatos Pedro Santana Lopes e Pedro Machado de que a cidade está num “estado de marasmo”.

O edil começou por afirmar que “ninguém tem o direito de andar recorrentemente a dizer coisas que não são verdade”, referindo-se às críticas que lhe têm sido dirigidas tanto pelo candidato pelo PSD Pedro Machado, como pelo independente Pedro Santana Lopes.

Carlos Monteiro clarificou que falta consistência a essas críticas, “nos dias pares não podem dizer uma coisa e nos dias ímpares outra” já que como explicou, tinha vindo da apresentação do evento “Granfondo Coimbra Region”, que decorreu anteriormente à conferência de imprensa, e na qual “um dos candidatos dizia que este tinha sido o melhor verão dos últimos 20 anos”, referindo-se ao discurso de Pedro Machado. 

O atual presidente da autarquia refuta esse julgamento e argumenta que o mesmo é “pôr em causa o trabalho de 60 mil figueirenses que têm participado, têm montado as suas empresas e têm tido um dinamismo ímpar para permitir que o concelho tenha continuado sempre a crescer”.

O socialista afasta a “ideia de marasmo”, fazendo-se valer de gráfico e tabelas de dados socioeconómicos que “mostram o crescimento que o concelho da Figueira da Foz tem vindo a ter”.

Para contestar o “argumento da estagnação figueirense”, o candidato reitera que a Figueira “é o concelho mais industrializado da região com 3,1 mil milhões de faturação, empregam 13842 mil pessoas, dados de 2019”. 

Carlos Monteiro também teve críticas a fazer e apontou o dedo ao PSD pela gestão económica que o partido fez nos mandatos que teve na Câmara Municipal da Figueira da Foz afirma mesmo que “mais poderia ter sido feito, não tivessem deixado uma dívida de 92 milhões que dificultou alavancar alguns processos”.

O concorrrente concordou que falta fazer algum saneamento no município, e que para resolver esse problema “nos últimos cinco anos investimos cerca de 1.5 milhões de euros” e justificou a elevada tarifa da água “é responsabilidade da governação do PSD, foram eles que assinaram o contrato e que fizeram um conjunto de saneamento sem esperar por fundos comunitários que nos obrigam a esta fatura da água”.

Veja o vídeos dos diretosNDC:

 

Pedro Santana Lopes, que presidiu à autarquia da Figueira da Foz entre 1998 e 2001, então eleito pelo PSD, é de novo candidato, desta vez pelo movimento independente Figueira A Primeira.

O CDS-PP candidata Miguel Mattos Chaves (uma repetição da candidatura de 2017), a CDU aposta no oficial de justiça Bernardo Reis, uma estreia em candidaturas à Câmara Municipal, e Rui Curado Silva (BE), tenta, pela terceira vez, ser eleito.

Já o Chega apresenta João Paulo Domingues. O tribunal da Figueira da Foz rejeitou a candidatura, mas o partido recorreu para o Constitucional, desconhecendo-se ainda a decisão.

O executivo municipal da Figueira da Foz é liderado pelo PS, com seis mandatos, contra três do PSD.

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