Entrou como paquete com 13 anos “porque queria estudar de noite”.
PUBLICIDADE
Falar de Fábrica da Cerveja de Coimbra é falar de, entre muitos nomes, de Carlos Fabião. Entrou no edifício do Loreto em 1959 como paquete e, com o passar dos anos, foi subindo a pulso no organograma desta unidade fabril da cidade.
PUBLICIDADE
Passou pela contabilidade e terminou no Departamento de Relações Públicas em 1992, ano em que decidiu sair do local que o criou “como homem” e em que foi conquistando muitos amigos, muitos deles uma referência a nível local, regional e até nacional.
A sua saída coincidiu com o encerramento do Departamento de Relações Pública e posterior transferência dos serviços administrativos para Lisboa. Apesar de não o dizer abertamente, Carlos Fabião reconheceu que este foi o princípio do fim de uma das principais unidades fabris da cidade de Coimbra.
Mas, apesar da saída da fábrica, continuou a trabalhar na Cervejaria situada na Avenida Emídio Navarro. Um espaço “democrático”, como a cerveja, que era frequentado por muitas pessoas em busca da boa cerveja de Coimbra acompanhada da tremoços ou amendoins ou os tradicionais ovos verdes.
Sobre a fábrica do Loreto, Carlos Fabião recorda que, durante muitos anos, evitava passar nas imediações pela tristeza que sentiu quando ela fechou portas e depois ficou durante muitos anos ao abandono.
Sobre o regresso da Onyx e da Topázio para Coimbra, este antigo funcionário agradeceu à família Baptista – Arnaldo (pai) e Pedro (filho) – pela batalha que teve para fazer regressar estas duas marcas à cidade.
Veja o Direto NDC com Carlos Fabião
PUBLICIDADE