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Saúde

Campanha sobre cancros do sangue apela à doação e ao diagnóstico atempado

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Organizações que atuam na área dos cancros de sangue lançaram uma campanha que pretende “quebrar o silêncio” sobre estas doenças, alertar para a importância do diagnóstico atempado e apelar à doação de sangue, foi hoje anunciado.

Com o tema “Silencioso”, a campanha nacional volta pelo segundo ano consecutivo às ruas das principais cidades do país, onde irá iluminar os monumentos mais emblemáticos, com o objetivo de sensibilizar para os tumores hematológicos, referem as organizações em comunicado.

A campanha, que assinala o Mês dos Cancros de Sangue, é lançada pela Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma, pela Associação Portuguesa Contra a Leucemia, a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas e pela Sociedade Portuguesa de Hematologia, em parceria com a companhia farmacêutica Janssen, e visa para “a literacia sobre os tumores hematológicos e a importância do diagnóstico atempado”.

Desenvolvida em meios tradicionais e digitais, a campanha “Silencioso” estará espalhada por ‘outdoors’ nas ruas e com ações nas redes sociais, sendo a novidade deste ano o apelo feito no canal de ‘whatsapp’ por cada um dos parceiros aos seus contactos, para a dádiva de sangue, esperando que “a onda de solidariedade cresça”.

Com uma “imagem arrojada” e com a palavra “silencioso” escrita a “sangue”, os cartazes apelam à informação: “Os cancros do sangue são doenças que, normalmente, evoluem sem avisar. Informe-se’.

Para os últimos dias da campanha, os promotores voltaram a desafiar os municípios a iluminar os seus monumentos mais emblemáticos de vermelho, juntando-se à campanha #setembrorubro, à qual no ano passado aderiram cerca de 20 autarquias.

Tendo em conta a necessidade de aumentar as reservas nacionais de sangue, a Janssen anuncia que vai realizar uma ação de doação de sangue no Lagoas Park, no concelho de Oeiras, e irá lançar o repto a outras companhias para se juntarem a este movimento e realizarem iniciativas semelhantes.

No comunicado, as associações de doentes afirmam que as estas doenças que não podem ser esquecidas, explicando que se associaram à iniciativa para “despertar a sociedade para o tema”.

“Devemos isso aos doentes de cancros do sangue, mas também aos cuidadores e famílias que indiretamente são atingidas”, sublinham.

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