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Câmara de Guimarães envia condolências às famílias e lamenta “trágico acidente” na Mealhada

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A Câmara de Guimarães lamentou “o trágico acidente” ocorrido hoje na Autoestrada 1 (A1), na zona da Mealhada, com um autocarro e passageiros daquele concelho, que seguiam para o Santuário de Fátima, causando três mortos e vários feridos graves.

“O Município de Guimarães apresenta as mais sentidas condolências às famílias e amigos das vítimas do trágico acidente que aconteceu este sábado, 21 de maio, ocorrido na A1, na zona da Mealhada, na sequência do despiste de um autocarro que partiu da freguesia de Figueiredo, concelho de Guimarães, com destino ao Santuário de Fátima”, refere a autarquia, em comunicado.

O município acrescenta na nota que “está em coordenação com as diversas autoridades, nomeadamente as de proteção civil e de socorro”, assim como “a prestar o auxílio que for necessário às famílias das vítimas e aos feridos deste trágico acidente”.

Cerca das 09:30 o autocarro, quando circulava na A1, na zona da Mealhada, distrito de Aveiro, no sentido Norte/Sul, despistou-se, atravessou a faixa de rodagem contrária e foi embater contra um poste de eletricidade, provocando três mortos, cinco feridos graves e 22 feridos ligeiros, inlcluindo duas crianças de cerca de 10 anos.

Segundo o último balanço das autoridades, há a registar três mortos, uma mulher e dois homens, um dos quais o motorista e proprietário do autocarro.

O homem era natural da localidade de Airão, em Guimarães, sendo que as outras vítimas mortais, um homem e uma mulher, eram da freguesia de Sampaio, concelho de Guimarães, disseram anteriormente à agência Lusa familiares das vítimas.

A GNR está a investigar o acidente, mas admite a possibilidade de rebentamento de um pneu.

Pelas 14:15, a A1 continua cortada ao trânsito nos dois sentidos.

O autocarro saiu esta manhã, juntamente com outros dois, em peregrinação ao Santuário de Fátima.

Segundo informações prestadas no local aos jornalistas pela médica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) Paula Neto as vítimas mortais têm “entre os 60 e os 70 anos”, sendo que as idades dos feridos ligeiros rondam “os 40, 50 anos”, havendo também duas crianças “com cerca de dois anos” entre as vítimas ligeiras.

Três dos feridos graves foram encaminhados para o Hospital Universitário de Coimbra e os outros dois para o Hospital de Aveiro.

Carlos Tavares, da Proteção Civil, apontou anteriormente que, no local, estiveram 57 viaturas, das quais cinco eram médicas e duas ambulâncias com suporte imediato de vida, 130 operacionais, um helicóptero, que acabou por não ser necessário utilizar, e duas equipas de apoio psicológico.

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