A Câmara de Coimbra aprovou hoje por unanimidade o projeto de execução para a reabilitação da Escola Secundária José Falcão, que aponta para um custo estimado da empreitada de 23,8 milhões de euros (ME).
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“Esta proposta constitui um passo decisivo para a concretização de uma intervenção há muito identificada como prioritária no concelho”, esclareceu a Câmara de Coimbra, referindo que, após a aprovação, o município irá avançar para a fase de candidatura a financiamento e posterior lançamento da empreitada.
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Na reunião do executivo de hoje, a presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, esclareceu que os 23,8 ME não incluem o equipamento móvel, cujos “custos ainda estão a ser apurados” e serão “objeto de um projeto autónomo”.
A autarca afirmou que se prevê que a empreitada da requalificação da Escola José Falcão possa ser suportada pelo Banco Europeu de Investimento (BEI), referindo que, caso a totalidade não seja assegurada por financiamento, o município assegurará o remanescente através de capitais próprios ou através da contração de um empréstimo.
Ana Abrunhosa salientou que estão também “salvaguardadas as condições para que a Escola José Falcão possa funcionar durante o período das obras”.
De acordo com o projeto de execução, a empreitada terá um prazo de execução previsto de 18 meses, contemplando uma intervenção numa área total superior a 15 mil metros quadrados.
A reabilitação prevê intervenções nas coberturas, reabilitação das infraestruturas técnicas, reforço da eficiência energética do estabelecimento escolar e criação de condições de acessibilidade no edifício, com a instalação de elevadores e rampas.
O projeto contempla ainda a reorganização funcional da escola, numa abordagem que se propõe a respeitar o valor patrimonial do edifício, de 1936, cuja reabilitação há muito é reclamada pela comunidade educativa.
O projeto agora aprovado resulta de um processo de cooperação entre a Câmara de Coimbra e a Universidade de Coimbra, num modelo que avançou no anterior mandato.
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