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Coimbra

Câmara de Coimbra apela ao uso das circulares face às obras do metrobus

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A vereadora com o pelouro dos Transportes na Câmara de Coimbra apelou hoje ao uso das circulares e dos transportes públicos face ao arranque das obras relacionadas com o metrobus no centro da cidade, junto à sede do município.

A partir de terça-feira, o trânsito na Rua da Sofia e na Rua Olímpio Nicolau Fernandes, no centro da cidade, estará condicionado apenas à circulação dos transportes públicos e ao acesso local, devido ao arranque de uma empreitada do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) naquela zona, que terá a duração de seis meses.

“Os constrangimentos irão acarretar perturbações muito significativas à circulação automóvel, até porque mesmo as vias alternativas impõem atualmente restrições à circulação, derivadas de obras em curso, como é o caso da Avenida da Lousã, com as obras de substituição do emissário de águas residuais, a Avenida Fernando Namora com as obras da Metro Mondego e a circular aos hospitais com a reposição do emissário das Águas do Centro Litoral, que recentemente colapsou”, afirmou Ana Bastos, durante a reunião de câmara de hoje, em que os constrangimentos ao trânsito foram dados a conhecer aos vereadores.

Segundo a vereadora, a empreitada que arranca na terça-feira irá afetar “igualmente o desempenho dos transportes públicos, os quais serão igualmente perturbados pelos bloqueios e demoras do trânsito em geral”.

“Deixo aqui o apelo para que os munícipes usem as circulares em torno da cidade ao invés de atravessarem o centro. Quantos mais munícipes responderem a este apelo, menores serão as demoras impostas aos serviços dos SMTUC [Serviços Municipalizados de Transportes Urbanos de Coimbra]”, vincou, pedindo ainda aos cidadãos para aderirem aos transportes públicos.

Para aqueles cujo veículo individual é indispensável, o município apela a que instalem a plataforma Waze, que disponibiliza, “em tempo real, informações sobre incidentes e perturbações na circulação do tráfego nas ruas de Coimbra”.

“Estamos a preparar a cidade de Coimbra para 2025. Exigem-se, nesta fase, constrangimentos e impactes difíceis de superar, mas sem as perturbações em fase de obra não será possível desenvolver a cidade para os desafios que se impõem à cidade para a próxima década”, realçou Ana Bastos, referindo-se à intervenção do SMM, cujas empreitadas estão já a ser executadas no centro da cidade e que se devem prolongar até 2024.

A empreitada na zona da Rua Olímpio Nicolau Fernandes irá decorrer em quatro fases, esperando-se que termine antes dos festejos da Queima das Fitas, cujo cortejo habitualmente desce aquela via rumo à Portagem.

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