Opinião

Bronca na banca

OPINIÃO | Rui Avelar | 2 meses atrás em 27-02-2024

Há clientes da banca a braços com uma situação que remete para um adágio popular segundo o qual “quem não falece do mal morre da cura”.

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Vem isto a propósito de uma medida que impõe a actualização periódica de dados pessoais sob pena de bloqueio das contas bancárias.

Percebe-se o alcance da medida, que visa, por exemplo, o combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo; mas a sua aplicação não tem de ser feita de forma acéfala, a ponto de um bloqueio impedir um reformado de receber a respectiva pensão. Sei de um caso concreto em que o pensionista deixou de receber e teve de ser ele a alertar a Caixa Geral de Aposentações para remediar a transferência por consumar.

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Em Portugal, a Lei nº. 83/2017 estipula que “as entidades financeiras estão obrigadas ao cumprimento de um dever de identificação e diligência relativamente aos clientes e respectivos representantes sempre que, nomeadamente, estabeleçam relações de negócio”.

Num tempo em que impera a maré da dita artificial inteligência, será pedir muito que prevaleça a inteligência natural?

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OPINIÃO | RUI AVELAR – JORNALISTA

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