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Coimbra

Bombeiros Voluntários da Figueira alugam carro clássico para angariarem fundos

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 O presidente da direção dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz (BVFF), Lídio Lopes, defende que as corporações não profissionais, para subsistirem, terão de diversificar a sua atividade, para além da relacionada com a emergência e transporte de doentes.

“Não esgotamos a nossa atividade no mero exercício das funções de bombeiro e de saúde”, frisou Lídio Lopes, aludindo a diversas iniciativas que os bombeiros voluntários promovem, tendentes a arrecadar receitas.

É o caso do projeto “Studebaker Party”, uma viatura de 1953, recuperada para participar em festas de aniversário de crianças, conduzida por um bombeiro trajado a rigor ou uma outra viatura destinada a transportar, ao veterinário, animais de grande porte.

Na sede da corporação – que se encontra em obras, financiadas em exclusivo por fundos da associação humanitária – existem ainda pontos de recolha de óleos alimentares e eletrodomésticos para posterior reciclagem, além das “festas e bailaricos” e outras atividades de recolha de fundos promovidas pela corporação e da “relação de proximidade” que os BVFF mantêm com o tecido empresarial do concelho.

Lídio Lopes revela que as contas da associação – onde prestam serviço 24 bombeiros assalariados e 86 voluntários do corpo ativo – “estão perfeitamente equilibradas”: em 2012 os BVFF tiveram uma receita total de cerca de 700 mil euros e uma despesa a rondar os 670 mil.

O responsável dos BVFF aponta ainda a “constante tranquilidade” diretiva da corporação, nos últimos 15 anos, como responsável pelos resultados alcançados.

“A frequência com que muitas vezes se muda [de órgãos diretivos] é que conduz a erros de gestão”, declarou.

A corporação de voluntários da Figueira da Foz concentra os serviços de saúde e transporte de doentes na cidade, dispondo de 14 ambulâncias, duas diretamente adstritas à emergência médica.

Recentemente, a corporação venceu um concurso do Hospital Distrital para transporte de doentes: “Se não fosse esse serviço teríamos de dispensar 14 bombeiros, não ganhamos quase nada mas é um serviço que prestamos à população”, frisou Lídio Lopes.

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