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Coimbra

Bispo de Coimbra manifesta “gratidão pessoal” aos profissionais de saúde

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O bispo de Coimbra, Virgílio Antunes, enviou uma carta aos profissionais de saúde que exercem funções na área da diocese, através da qual manifesta solidariedade e “gratidão pessoal” pelo trabalho realizado no combate à pandemia causada pela covid-19.

Virgílio Antunes justifica na missiva que, com a aproximação do Natal, sentiu “um forte apelo” para partilhar com os profissionais de saúde “uma palavra muito sincera de solidariedade e estima, que seja também animadora e portadora de esperança”.

O prelado diocesano escreve que se junta “a tantas outras vozes” para manifestar a sua “gratidão pessoal, que é engrandecida pela alargada gratidão dos silêncios anónimos, mas sentidos, daqueles que se identificam” com a instituição que representa, “a Igreja na Diocese de Coimbra”.

“Ao longo destes meses de pandemia, a vida não tem sido fácil para ninguém. Instalaram-se muitos medos, houve abundantes lutos feitos e por fazer, a solidão marcou a realidade de muitos idosos e doentes, as apreensões relativas ao emprego e ao salário cresceram, as situações de pobreza material e espiritual são uma realidade preocupante e que deixarão marcas por muito tempo”, sublinha na carta natalícia, a que a agência Lusa teve acesso.

O bispo acrescenta que “as situações são todas graves e difíceis”, mas a dos profissionais de saúde, por estarem na linha da frente e “num contacto direto e contínuo com os doentes, com o seu sofrimento, com a falta de esperança e até com a morte”, torna os seus dias “mais duros” e a sua situação “mais dramática”.

“Sabemos que, se é difícil sair de casa para ir trabalhar nos hospitais e noutros centros de saúde, é frequentemente mais penoso voltar a casa e ao contacto com a família, na incerteza acerca da possibilidade de transmitir a doença aos que mais se ama”, aponta Virgílio Antunes.

A terminar, refere: “Gostaria de vos deixar uma saudação fraterna e amiga, extensiva aos vossos familiares, com o desejo de vermos ultrapassados estes tempos de trevas, em que ainda vivemos”.

A carta do bispo de Coimbra foi dirigida a médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde de todos os hospitais e centros de saúde da área da diocese tutelados pela Administração Regional de Saúde do Centro e da Delegação Regional do Centro do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

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