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Autoridades avisam em Condeixa que conduzir ao telemóvel é pior do que taxa de álcool de 0,8 g/l (com vídeo)

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“Ao volante, o telemóvel pode esperar” é o mote da campanha de segurança rodoviária lançada pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Guarda Nacional Republicana (GNR) e Polícia de Segurança Pública (PSP). A ação, inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2022, arrancou a 24 de maio e terminou hoje no IC2, em Condeixa-a-Nova. 

Se os condutores parados esta tarde junto ao posto de abastecimento de combustível da Cepsa, em Condeixa-a-Nova, pelos elementos da GNR de Coimbra não sabiam ficaram a saber que conduzir ao telemóvel “provoca um aumento no tempo de reação a situações imprevistas superior ao efeito de uma taxa de álcool no sangue de 0,8 g/”. O aviso foi feito por dois elementos da ANSR que lembraram também que o telefone “aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente” e que “a 50Km/hora olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir 42 metros de olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros”.

“A GNR está empenhada na sensibilização e fiscalização de forma a que os condutores não peguem no telemóvel quando conduzem”, disse ao Notícias de Coimbra o tenente Diogo Ferreira, do Destacamento de Trânsito da GNR de Coimbra. “Contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores”, são alguns dos objetivos.

Desligar o telemóvel, ativar o modo silêncio, parar num local seguro para verificar ou devolver chamadas e mensagens são conselhos das autoridades para quem conduz. “Qualquer descuido nas estradas pode ter consequências muito graves”, lembra Diogo Ferreira.

Os conselhos são seguidos à risca por Manuel Francisco, um dos condutores que foi sensibilizado no âmbito desta ação. “Ainda há bocado parei para falar ao telemóvel”, assegurou ao NDC, explicando que se dirigia de Pombal para o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra para uma consulta quando foi abordado. Além dos alertas, os condutores foram convidados a visualizar um vídeo de sensibilização através de um tablet. “Acho bem porque há muita gente que não tem consciência dos perigos. Vemos muita gente a falar ao telemóvel”, acrescentou.

Utilizar o telemóvel durante a condução vale uma coima que varia entre os 250 e os 1250 euros, inibição de conduzir por um período que pode chegar a um ano e a perda de três pontos na carta de condução, além do risco de acidentes que pode por em causa a vida. 

Veja os diretos NDC no âmbito da ação “Ao volante, o telemóvel pode esperar”:

 

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