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Coimbra

Associações pedem Emergência Climática em Coimbra

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Petição “Por uma Declaração de Emergência Climática no Município de Coimbra” foi hoje entregue na Câmara Municipal de Coimbra, no dia em que se celebra a Greve Climática Global.

A petição juntou 1.072 assinaturas, “parece pouco” dizem mas consideram: “com 1072 assinaturas teríamos ganho um orçamento participativo da Câmara Municipal de Coimbra, portanto ainda é um bom número”, refere Miguel Dias, da associação ClimAção Centro. As associações previam que a entrega da petição ocorresse com a presença do presidente da Assembleia Municipal, Luís Marinho, que não esteve presente na receção da petição.

A entrega contou com a presença das associações ClimAção Centro, Associação de Proteção e Conservação da Natureza MilVoz, a Greve Climática Estudantil Coimbra e o Clube da Natureza e Património de Assafarge do Centro Desportivo e Recreativo Popular de Assafarge, as quatro organizações ligadas a questões ambientais em Coimbra que criaram esta petição conjunta.

Miguel Dias refere que “esta petição é dirigida a este executivo, mas também a todos os futuros executivos” e entendem  que “tem de haver na Assembleia Municipal e em todos os agentes políticos, unanimidade ao combate às alterações climáticas que serão a próxima grande emergência que iremos enfrentar”.

Vítor Simões, do Clube Clube da Natureza e Património de Assafarge, afirma que com a petição pretendem que as forças políticas possam entender a argumentação, associar-se e procurar consciencializar a população para a mudança de hábitos e tomar as decisões necessárias para que Coimbra seja uma cidade mais voltada para o ambiente. “O nosso desejo é que os partidos que estão representados na Assembleia Municipal, bem como todas as forças políticas, possam contribuir para que esta nossa vontade seja traduzida em decisões municipais”. Acrescenta que já se realizaram reuniões com partidos e estão outras agendadas para divulgar esta petição entre os partidos políticos.

“Lançamos esta petição agora conscientes que estamos em período pré-eleitoral, que vão existir eleições autárquicas e a nossa intenção é colocar a emergência climática na agência política local” explica Miguel Dias.

Mariana Garrido, da Greve Climática Estudantil de Coimbra, alerta para que a partir de hoje o planeta tem apenas seis anos e 287 dias para impedir um aumento da temperatura acima de 1,5ºC, que foi o limite estabelecido no acordo de Paris e portanto pedem ao Governo e ao município que intervenha com medidas concretas na resposta à emergência climática.

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