A Associação Nacional do Ramo Automóvel (ARAN) alertou hoje que o aumento dos custos dos combustíveis agrava a situação financeira das empresas de pronto-socorro, admitindo poder avançar para uma paralisação se não forem adotadas medidas urgentes.
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“A ARAN manifesta a sua profunda preocupação com o contínuo aumento dos custos dos combustíveis, situação que está a exercer uma pressão ainda mais significativa sobre a sustentabilidade económica e financeira das empresas que se dedicam à atividade de prestação de serviços através de pronto-socorro que, historicamente, se debate com margens muito reduzidas”, lê-se na informação divulgada.
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A associação salientou que grande parte destas empresas não tem capacidade negocial para repercutir o aumento dos preços aplicados aos clientes, o que compromete a sustentabilidade económica e operacional, bem como a capacidade de reposta às solicitações de serviços.
A ARAN referiu que, sem “medidas concretas e urgentes, o setor pode não conseguir continuar a operar por falta de capacidade de suportar os custos operacionais”.
Neste sentido, de acordo com a associação, as empresas estão a ponderar uma paralisação conjunta, para reforçar a insustentabilidade da atividade perante a escalada dos custos.
A 16 de março, o preço eficiente fixou-se em 2,044 euros por litro no gasóleo simples e em 1,929 euros na gasolina simples 95.
A ARAN é uma associação sem fins lucrativos de utilidade pública, que representa os interesses das atividades do setor automóvel.
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