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Associação Académica de Coimbra demarca-se de declarações do reitor

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A Associação Académica de Coimbra (AAC) emitiu hoje um comunicado no qual se demarca das afirmações do reitor Amílcar Falcão, proferidas durante uma entrevista recente à Rádio Universidade de Coimbra (RUC), nomeadamente sobre as cantinas e o prato social, sobre as denúncias de assédio, as repúblicas e as secções. 

A Direção-Geral (DG) da AAC revela que “expôs já ao Magnífico Reitor a sua visão em relação às diversas problemáticas discutidas, evidenciando-se discordâncias nas perspetivas”. 

No comunicado, divulgado esta tarde nas redes sociais, a AAC sustenta que “defende o aumento da oferta ao nível do prato social”, numa resposta às declarações de Amílcar Falcão, difundidas pela RUC. “Se o prato social não está em todas, está em quase todas as cantinas. Nas que não está é porque há uma cantina do outro lado da estrada”, afirmou o reitor. “As cantinas não são para não estudantes, para isso há restaurantes na cidade. Não somos a Santa Casa da Misericórdia”.

“Neste momento só não denuncia quem não quiser. O que não se pode fazer é entrar num histerismo e negociar numa atitude coletiva”, referiu o Magnífico Reitor sobre as denúncias de assédio sexual. As frases motivaram também uma reação da DG que reafirma a abertura para receber, esclarecer e acompanhar eventuais denunciantes. “Salientamos a nossa abertura a todos e todas que vivam momentos de fragilidade, seja por que situação for”, sublinham os estudantes.

Entre outras declarações refutadas pela DG, estão aquelas que Amílcar Falcão fez sobre a cedência do Pavilhão do Estádio Universitário para o processo de vacinação. “Não ia dizer: não se vacina em Coimbra porque há duas secções que querem treinar no pavilhão. Até fica mal às secções virem com esse argumento que demonstra uma pobreza de espírito muito grande”, referiu. Os estudantes demarcam-se.

No comunicado é dito e reafirmado que esclarecimentos sobre as declarações têm de ser pedidos ao reitor e que o objetivo da DG é mostrar que está “presente” e “ao lado dos estudantes”. O Notícias de Coimbra contactou a DG sobre o assunto que, remeteu para o comunicado, dizendo que não queria criar uma oposição, mas “demarcar-se”, passando eventuais tomadas de posição para a Assembleia Magna.

 

 

 

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