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Assembleia de Góis exige investimento do Estado nas acessibilidades ao concelho

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A Assembleia Municipal (AM) de Góis exige melhores acessibilidades para o concelho e repudia a falta de investimento do Estado nesta área, segundo uma moção do PSD aprovada por unanimidade e hoje divulgada.

No documento, a AM de Góis, no interior do distrito de Coimbra, manifesta “total repúdio pela falta de investimento e não realização de qualquer obra de requalificação, novo traçado ou variante à estrada nacional (EN) 342, no traçado de ligação entre Lousã, Góis e Arganil”.

Por proposta do PSD, num município cujo executivo é presidido pela socialista Lurdes Castanheira, a Assembleia, na sua última reunião, exigiu “que a requalificação, novo traçado ou variante à EN342, no traçado de ligação entre Lousã, Góis e Arganil, seja uma realidade, a par do que já aconteceu ou está a acontecer em toda demais extensão”.

Na moção, é solicitado “que o estudo de viabilidade para implementação de variante à EN17 [entre Lousã e Coimbra], recentemente promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra em parceria com a Infraestruturas de Portugal, contemple uma ligação ao concelho de Góis” que assegure a conexão ao IC3 e ao IC6.

A AM de Góis reclama igualmente “que o projeto do Metro Mondego [Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), que numa primeira fase deverá ligar Coimbra a Miranda do Corvo e Lousã] seja repensado” e venha a incluir “uma expansão do traçado” até Góis.

“O concelho de Góis tem sido, reiteradamente, esquecido pelos sucessivos governos, relegado, omitido na sua necessidade essencial e transversal para uma verdadeira e séria coesão territorial, social e económica, que é a melhoria das suas acessibilidades”, de acordo com o documento.

Além dos grupos parlamentares, foi decidido enviar a moção aos seguintes responsáveis políticos: Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, primeiro-ministro, António Costa, ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, e presidente da CIM da Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino.

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