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Assembleia da República aprova voto de pesar pela morte de Rogério Cação

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A Assembleia da República aprovou hoje um voto de pesar pela morte do autarca de Peniche e presidente da CONFECOOP – Confederação Cooperativa Portuguesa Rogério Cação, “uma referência” na devoção “às causas mais nobres”, em particular, no domínio social.

O voto de pesar, apresentado pela bancada parlamentar comunista, foi aprovado por unanimidade.

Na exposição, Rogério Cação foi referido como “uma referência e um exemplo de dedicação às causas mais nobres da intervenção cívica e política, nomeadamente na área social e do movimento cooperativo”.

O texto acrescenta que Rogério Cação deixou “o testemunho de um notável percurso de intervenção cívica, política e social, de entrega e compromisso com os valores da liberdade, da democracia, da justiça e progresso social e da promoção da cultura”.

O vereador da CDU na Câmara Municipal de Peniche e presidente da CONFECOOP Rogério Cação morreu na terça-feira, aos 65 anos.

O município tinha decretado três dias de luto municipal pela morte do autarca.

A participação de Rogério Cação em organizações de solidariedade social valeu-lhe a atribuição do grau de comendador da Ordem de Mérito, em 2010.

Em Peniche, foi também o cabeça de lista nas eleições autárquicas de 2017, responsável pelo grupo de teatro da Universidade Sénior de Peniche, presidente da direção da Cercipeniche – Cooperativa de Educação, Reabilitação, Capacitação e Inclusão, presidente da Adepe – Associação para o Desenvolvimento de Peniche e presidente da mesa da assembleia da Acompanha – Cooperativa de Solidariedade Social.

Foi presidente da Assembleia Municipal de Peniche e membro do Conselho Nacional de Educação.

Natural de Peniche, Rogério Cação era licenciado em Pedagogia e Antropologia pela Escola Superior de Educação de Lisboa e pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, respetivamente, e foi professor de Educação Especial, encontrando-se aposentado destas funções.

No final da leitura e votação em plenário deste e dos votos de pesar pela morte do membro do Tribunal de Contas Europeu João Figueiredo e do professor António Coimbra de Matos, estes dois últimos também por unanimidade, foi cumprido um minuto de silêncio.

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