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Área ardida no incêndio de Penacova equivale a 70 campos de futebol (com vídeos)

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O incêndio que deflagrou em Lorvão, no concelho de Penacova, esta segunda-feira consumiu uma área de povoamento florestal entre 60 a 70 hectares, avançou ao Notícias de Coimbra o comandante distrital de operações de socorro, Carlos Luís Tavares. O fogo, que destruiu uma fábrica e deixou uma mancha negra no concelho, entrou em fase de conclusão ao início da tarde de hoje. 

“Tendo em conta a área de risco consideramos que o combate, que foi difícil, correu bem”, disse Carlos Luís Tavares, referindo que não tem indicação de outros danos materiais para além da fábrica de palitos Campeões, em Lorvão, onde terá começado o fogo. O combate às chamas, que lavraram em duas frentes e se aproximaram das casas em Chelo e Cheira, chegou a mobilizar mais de 400 bombeiros e cinco meios aéreos. 

O fogo foi dado como extinto pouco depois das 03:00, informou Nuno Seixas, segundo comandante distrital de operações de socorro, no posto de comando instalado na localidade de Sernelha, Penacova.

A partir da madrugada iniciaram-se as operações de rescaldo e consolidação. Já de manhã, na localidade de Chelo, a reportagem do NDC encontrou elementos do Grupo de Reforço de Ataque Ampliado (GRUATA 2 de Lisboa) a descansar depois de uma noite extenuante. Bombeiros de Algés, Paço de Arcos, Caneças, Carcavelos, Oeiras, Sacavém, Amadora, Carnaxide e Oeiras davam tréguas ao corpo. Dormiram cerca de três horas, tomaram banho e comeram no pavilhão de Chelo preparado para os receber. “Estamos à espera de missão”, informaram. Como estes, muitos outros bombeiros vindos de vários pontos do país passaram a noite no combate àquele que foi o incêndio mais preocupante a nível nacional desta segunda-feira. 

O helicóptero sobrevoou durante grande parte da manhã a área ardida, equivalente a 70 campos de futebol, com o objetivo de identificar os pontos quentes onde foi preciso agir para evitar reativações. No campo de futebol de Chelo, a postos para serem helitransportados sempre que necessário, estavam os elementos da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da Lousã, equipados com material sapador para efetuar combate direto, sempre em coordenação com os meios terrestres, colocados em pontos estratégicos do incêndio. 

A meio da tarde desta terça-feira ainda se encontravam nas operações de rescaldo 180 elementos, 57 viaturas e um meio aéreo. A maior coluna de fumo saía da fábrica de palitos, em Lorvão, devido à grande quantidade de material inflamável que está em combustão lenta. A unidade, que empregava 20 pessoas, ficou completamente destruída, só se salvando a área de escritórios. Os prejuízos ainda não foram contabilizados. 

Veja o direto NDC com o helicóptero que participou nas operações:

Veja como ficou a fábrica que ardeu em Lorvão:

Veja o direto NDC com as informações da Proteção Civil:

Veja os direto NDC com as operações de rescaldo em Chelo:

 

 

Leia também: Fogo destrói negócio de família em Penacova (com vídeos) – Notícias de Coimbra (noticiasdecoimbra.pt)

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