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APIN alerta: Ligações diretas à rede de água constituem crime de furto

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Sob o mote “É cúmplice de furto de água? DENUNCIE, É CRIME!” a APIN tem em marcha um plano global de deteção de consumos ilícitos com objetivo de
travar a disseminação dos usos não autorizados e, subsequentemente, evitar o aumento das tarifas, o que afeta também os clientes que são cumpridores.

Sempre que identificados casos de usurpação indevida de água, a APIN procede à notificação do infrator e a situação é reportada às autoridades.

A população que consome água sem pagar, isto é, através de uma ligação direta entre a rede pública de abastecimento de água e a canalização das suas
residências ou por via de outro método ilegal, não controlam os seus consumos, fazem um uso desregrado de água, muito superior às suas reais necessidades.

“Estas pessoas, enquanto infratores, prejudicam o meio ambiente e a restante comunidade, nomeadamente os consumidores responsáveis que fazem um uso
consciente da água e suportam os seus consumos”, explica o diretor executivo da APIN, Rui Simões.

A APIN, enquanto entidade gestora de um serviço público de fornecimento de um bem essencial como a água, “pauta-se por vários princípios, dos quais se destacam a sustentabilidade ambiental, mas também o tratamento equitativo de todos os clientes numa perspetiva de melhoria da sua satisfação com a qualidade do serviço”, afirma o diretor executivo.

Com esta campanha a APIN “pretende sensibilizar os cidadãos para os riscos ambientais e financeiros, decorrentes do uso abusivo e desmedido de água”. Os
ilícitos mais comuns referem-se a ligações diretas a ramais antes dos contadores de água, violação do contadores e acessos através de bocas de incêndios. Rui
Simões apela “contamos com a colaboração de todos na identificação destas situações”.

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