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Política

António Costa elogia ação da GNR e salienta reforço em curso de militares e de equipamentos

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 O primeiro-ministro salientou hoje a admissão de mais 1600 militares da GNR, os quais disse somarem-se aos mais de 3100 recrutados e formados desde 2015, assim como o projetado reforço de equipamentos em apoio à atividade operacional.

Estes dados constam de uma mensagem que António Costa transmitiu na rede social Twitter, depois de esta manhã ter estado presente na cerimónia de aniversário do 111º aniversário da GNR, que decorreu em frente ao Mosteiro dos Jerónimos e que foi presidida pelo chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.

“Neste dia, é com alegria e sentido de responsabilidade que anunciamos que vão ser admitidos mais 1600 militares na GNR, que se somam aos mais de 3100 já recrutados e formados desde 2015”, escreveu o líder do executivo.

Ainda segundo o primeiro-ministro, “ao abrigo da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos das Forças e Serviços de Segurança, também já foram entregues à GNR mais de 2100 veículos e 25300 armas e acessórios, entre muitos outros equipamentos de apoio à atividade operacional”.

“Felicito a GNR pelo seu 111º aniversário e pela condecoração com a Ordem Militar da Torre e Espada atribuída pelo Presidente da República. Distinção merecida a uma instituição em que todos confiamos para continuar a fazer de Portugal um dos países mais seguros do mundo”, acrescentou António Costa.

O Presidente da República atribuiu hoje à GNR o título de membro-honorário da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, que afirmou ser símbolo de gratidão e confiança.

Esta condecoração foi atribuída durante a cerimónia comemorativa do 111.º aniversário da GNR, em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, que contou com a presença, além de António Costa, dos ministros da Administração Interna, José Luís Carneiro, e da Defesa Nacional, Helena Carreiras.

De acordo com Marcelo Rebelo de Sousa, esta condecoração é símbolo “de gratidão e de confiança do Presidente da República, de gratidão e de confiança de todos os portugueses, ontem, hoje e sempre” nesta força de segurança de natureza militar.

O chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas referiu que este título de membro-honorário “representa uma elevação honorífica para a GNR”, que já tinha “desde 1934 o grau de grande-oficial da mesma ordem” militar da Torre e Espada.

“Título que é dado, já não em ditadura, mas em democracia. Título que agradece toda a vossa história de 111 anos, mas em particular a vossa abnegação nos anos críticos da pandemia, a vossa presença, a vossa entrega, a vossa disponibilidade, a vossa humanidade, a vossa coragem, a vossa proximidade, o vosso serviço aos portugueses e, portanto, a Portugal”, acrescentou.

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