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Antigo Presidente quer anular venda da velha sede da Académica

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| INVESTIGAÇÃO NDC |

À AAC-OAF e à AAC-OAF SDUQ não param de chegar ações judicias! A que vamos noticiar data de 3 de Maio e é (mais uma) intentada pelo ex-ex-Presidente José Eduardo Simões.

academica-steel

Depois de pedir a condenação da Académica para receber 2 milhões de Euros que terá deixado na instituição, acção que já foi contestada pelo advogado Alexandre Mota Pinto (do escritório de Proença de Carvalho) e onde este pede em representação da Académica que José Eduardo Simões devolva 3 milhões de Euros, o engenheiro “volta a atacar, ficando em jogo, mesmo depois de sair de campo”.

Agora JES pretende anular a Assembleia Geral onde os sócios decidiram vender a sede, o que pode implicar que a AAC-OAF não a possa recomprar pelo mesmo valor de 700 ooo, no prazo de 2 anos, conforme ficou decidido na mesma Assembleia Geral, pois como todos sabemos os tribunais andam tão lentos como alguns avançados comprados pela Briosa nas últimas épocas.

Em 3 de maio, JES entrou como uma ação,  no Juízo de Comércio de Coimbra, contra a Académica de Coimbra e Filipe Rodrigues, o discreto investidor que adquiriu a sede onde funciona o restaurante e bar Steel.

JES quer a sede para si próprio! O ponto fulcral da acção que intentou contra clube e comprador é que a Ordem de Trabalhos da AG não permitia a venda da sede. Pede mesmo a Anulação dessa  Assembleia Geral dirigida por João Vasco Ribeiro.

Conforme na altura demos noticia, JES tentou também ele comprar a sede com base na mesma deliberação que agora quer anular (omitindo esse facto perante o Tribunal).

Recordamos que essa proposta de JES (horas antes da AG) não foi considerada porque a Mesa da Assembleia Geral entendeu não ter conhecimento formal da mesma. Isso fez com que o antecessor de Paulo Almeida tenha aclarado a sua proposta. Reformulou-a e apresentou-a na segunda-feira, mas era tarde demais, porque nessa sexta a venda foi autorizada pelos sócios ao comprador anónimo, tendo sido formalizada no sábado.

Na ação JES também afirma que o comprador é sócio da AAC-OAF pelo que não podia desconhecer a Ordem de Trabalhos. NDC confirmou  o que tinha avançado no dia da venda: O comprador Filipe Rodrigues não é sócio da AAC-OAF. 

Entretanto, NDC apurou ainda junto de fontes bem informadas que dois dos vice-presidentes de JES impediram que um sócio “comerciante de Bacalhau” comprasse a sede nessa mesma altura. Tudo porque queriam derrubar a direcção e financiaram-se eles com a venda da sede. Um destes vice-presidentes é testemunha de José Eduardo Simões contra a Académica.

Fica por esclarecer se, apesar de alegadas divergências, existia algum acordo entre um destes gestores e o líder do clube e da SDUQ sobre o futuro da sede e da Académica.

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