Política

André Pestana defende fim dos “subsídios milionários” aos partidos. “Mais de cinco milhões de euros”!

Notícias de Coimbra | 18 horas atrás em 04-01-2026

O candidato presidencial André Pestana defendeu hoje o “fim dos subsídios milionários” atribuídos aos partidos políticos, lamentando que o PSD, Chega e PS recebam “anualmente dos impostos” dos portugueses “mais de cinco milhões de euros”.

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No primeiro dia de campanha para as eleições presidenciais de 18 de janeiro, André Pestana, sindicalista e professor, optou por realizar uma iniciativa em frente à Assembleia da República, em Lisboa, para se manifestar “contra os privilégios dos partidos”, tendo escolhido André Ventura, candidato presidencial e presidente do Chega, para expressar esta indignação.

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Para a ação de campanha levou um boneco com a cara de André Ventura e um saco que simbolizava os mais de cinco milhões de euros para também “denunciar a hipocrisia” do presidente do Chega que tem cartazes espalhados por todo o país a “dizer que outros vivem de subsídios”.

“O Chega, PS e PSD recebem anualmente dos nossos impostos mais de cinco milhões de euros e a maior parte da população não sabe que a estes milhões se juntam também outros milhões para as campanhas eleitorais, para além do que os seus deputados recebem nos salários e ajudas de custos milionárias”, disse aos jornalistas André Pestana.

O candidato acrescentou que estes três partidos são “os privilegiados”, mas há outros partidos que também “recebem proporcionalmente”.

“O Chega, que se diz contra os subsídios dependentes, é manifestamente um dos mais dependentes juntamente com o PS e com o PSD”, precisou.

Caso seja eleito Presidente da República, André Pestana afirmou que podia “criar um movimento popular de pressão para que isto seja mudado”.

“O Presidente da República, de facto, não tem poder legislativo, mas naturalmente há a sua magistratura de influência, de uma forma que, no meu caso, seria muito diferente do que tem acontecido. É uma magistratura de influência de estar ao lado das mobilizações pelo bem comum”, alegou o candidato.

A campanha para as eleições presidenciais de 18 de janeiro arrancou hoje oficialmente e termina no dia 16, para o habitual dia de reflexão na véspera do sufrágio.

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