Região

Alívio: Maior parte da Pampilhosa de Serra com luz. Escolas reabrem na segunda-feira

Notícias de Coimbra com Lusa | 1 hora atrás em 30-01-2026

Imagem: depositphotos.com

O município de Pampilhosa de Serra afirmou hoje que as duas escolas do concelho vão ter aulas na segunda-feira e que a energia já regressou à maioria dos espaços após a passagem da depressão Kristin.

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“A maior parte do concelho já dispõe de fornecimento de energia elétrica e serviços de comunicações restabelecidos”, estando agora a ser feito um levantamento das localidades ainda com falhas, explicou a autarquia.

As duas escolas do concelho reabrirão na segunda-feira, retomando o normal funcionamento das atividades letivas.

Numa publicação nas redes sociais, através da qual fez uma atualização dos efeitos sentidos pelo mau tempo, o município adiantou ainda que “os caudais dos rios Ceira, Unhais e Zêzere registaram uma descida nas últimas horas, encontrando-se as localidades anteriormente mais ameaçadas pela subida do nível da água numa situação mais favorável”.

“A evolução continuará, ainda assim, a ser monitorizada e a previsão meteorológica dos próximos dias merece todas as cautelas”, acrescentou.

A presença de lençóis de água em diversas vias continua a causar preocupação, pelo que o município da Pampilhosa da Serra, no distrito de Coimbra, apelou à população para redobrar os cuidados na circulação.

“As equipas dos Bombeiros Voluntários, do município, das Juntas de Freguesia e da CIM [Comunidade Intermunicipal da] Região de Coimbra mantêm-se no terreno a desenvolver trabalhos de limpeza de estradas e acessos, com especial incidência nas zonas mais afetadas”.

De acordo com a mesma fonte, o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil mantém-se ativo.

A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos cinco mortos, segundo a Proteção Civil, vários feridos e desalojados. A Câmara da Marinha Grande contabiliza ainda uma outra vítima mortal no concelho.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.

O Governo decretou situação de calamidade entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.