Prejuízos são bastante elevados, refere responsável da empresa PlantoSemide.
PUBLICIDADE
A primeira contabilidade dos estragos causados pelas cheias do Rio Mondego nos terrenos da empresa PlantoSemide aponta para que se tenham perdido mais de 20 mil árvores na sequência do rompimento do dique dos Casais, às portas da cidade de Coimbra.
PUBLICIDADE
Jorge Alexandre é o responsável da empresa que diariamente vai, em conjunto com alguns dos seus funcionários, tentando retirar da terra o que ainda é possível salvar. Naquele terreno, antes das cheias, estavam macieiras, pereiras, cerejeiras, ameixoeiras e pessegueiros, entre outras árvores de fruto.
Clique nas imagens e veja os trabalhos em curso neste viveiro





Cada um dos funcionários tem de tomar atenção ao estado de “danificação do pau em si, acima da enxertia e da parte radicular, porque muitas das plantas não toleram tanta humidade, tanto tempo”.
“Há uma parte das plantas, por si, que têm a rebentação das folhas muito mais cedo do que as outras e essas nós já não vamos conseguir entregar aos clientes, porque essas plantas não podem ser entregues. Estamos vocacionados para áreas de pomares, de fruta, e o que acontece é que as plantas têm que ser plantadas com os olhos adormecidos”, afirmou.
Questionado sobre a apresentação de uma candidatura para poder ser ressarcido dos prejuízos, o empresário respondeu que estão “a tratar disso”, mas lamenta que “nunca ninguém” tivesse vindo “perguntar se nós precisávamos de alguma coisa”.
Veja o Direto NDC com Jorge Alexandre
PUBLICIDADE
You must be logged in to post a comment.