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Coimbra

Agência pretende que a Câmara dê mais dinheiro para a Baixa de Coimbra

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A Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC) pretende um reforço do apoio financeiro anual do município “para garantir dinâmica de atividades no centro histórico”, afirmou hoje o seu presidente.

Segundo o presidente da APBC, Vítor Marques, a agência está a atravessar “dificuldades terríveis” em termos de tesouraria, considerando que será necessário um reforço do apoio financeiro dado pela Câmara Municipal de Coimbra, que como se sabe, é a entidade que mantém a agência de pé, pois a mesma tem um reduzido número de sócios pagantes.

“O apoio financeiro que a Câmara  disponibiliza não é suficiente para executar o nosso plano de atividades. Podíamos estar mais limitados e fazer apenas duas atividades por ano, mas a APBC tenta alargar a sua missão e tenta fazer mais atividades”, disse Vítor Marques, que falava aos jornalistas à margem de um encontro de comerciantes da Baixa de Coimbra.

De acordo com o responsável, a APBC já fez o pedido à Câmara de Coimbra para que haja um reforço do apoio no próximo ano.

“[O dinheiro] é para executar atividades que entendemos que são, de facto, diferenciadoras para o nosso centro histórico. Esperemos que a Câmara corresponda a essa expectativa”, frisou, explicando que é fundamental manter a continuidade de atividades que já se realizam todos os anos como as noites temáticas ou as marchas populares, que permitem atrair novos públicos para esta zona da cidade.

Face às dificuldades de tesouraria, a APBC vai pedir uma contribuição de 25 euros a cada comerciante para suportar a animação de Natal no centro histórico.

Questionado pela agência Lusa, Vítor Marques frisou que sem essa contribuição dos comerciantes, a animação “pode ficar em causa”.

No encontro, em que participaram cerca de uma dúzia de comerciantes, voltaram a ouvir-se queixas de dificuldade em atrair as pessoas para a Baixa de Coimbra.

Ruas desertas, tráfico de droga e prostituição, lojas que vão fechando e problemas no estacionamento foram alguns dos problemas apontados.

Houve também quem notasse que falta qualidade nas lojas existentes da Baixa, bem como o facto de muitas estarem fechadas ao domingo.

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