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Académica não comenta bronca no Estádio! Famalicão lamenta falta de segurança.

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A Académica não comenta o  que aconteceu no final do jogo que decorreu no último domingo no Estádio Cidade de Coimbra.

Ontem, Pedro Roxo foi  à sala de imprensa analisar o trabalho da arbitragem, mas não falou das zaragatas entre atletas, dirigentes e adeptos. Hoje, depois de participar numa reunião com clubes da Segunda Liga, o líder da Académica mandou dizer pela assessoria de imprensa que não deseja falar sobre este tema.

Nas redes sociais alimentada por adeptos da Académica existem várias versões sobre os tristes acontecimentos.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) anunciou  que vai instaurar um processo de averiguações na sequência dos desacatos entre adeptos da Académica e do Famalicão, no final do jogo da II Liga, que causaram um ferido.

“Na sequência dos incidentes verificados na partida entre Académica e Famalicão, a Liga Portugal irá tomar medidas no sentido do apuramento de responsabilidades, através da instauração de um processo de averiguações”, referiu a entidade, numa nota enviada à Agência Lusa.

Fonte policial disse à agência Lusa que uma mulher adepta do Famalicão sofreu ferimentos na cabeça, depois de ter sido atingida na cabeça por uma cadeira supostamente arremessada por adeptos da ‘briosa’, quando se encaminhava para a saída do estádio.

“A LPFP repudia e condena este género de incidentes no futebol, pelo que solicitará às forças de Segurança Pública destacadas na partida realizada em Coimbra o envio, com caráter de urgência, do relatório das ocorrências do jogo, de que se lamenta a existência de um ferido”, conclui a nota.

Com os nervos à flor da pele, alguns desentendimentos dentro do campo entre dirigentes e jogadores foram depois transmitidos para as bancadas, com os adeptos visitantes a terem de sair escoltados e debaixo de grande confusão.

Fora do estádio, a polícia teve de intervir para separar os adeptos dos dois clubes e criar um cordão de segurança para evitar mais desacatos e permitir que vários autocarros com os apoiantes do Famalicão pudessem sair em segurança e em sentido proibido.

O Presidente do Famalicão também esteve presente  na reunião de clubes que decorreu hoje no Estádio Cidade de Coimbra. Referiu que não foram beliscadas as relações entre o seu clube e a Briosa. Em  relação ao que se passou no estádio, remeteu para mandou publicar no Facebook.

O Futebol Clube de Famalicão publicou no seu Facebook que “final da partida registaram-se incidentes com arremesso de cadeiras das bancadas superiores do estádio em direção ao setor onde estavam os adeptos do Futebol Clube de Famalicão, que depois foram encaminhados para o exterior quando não estavam ainda criadas as condições de segurança necessárias para a sua saída”.

“Lamentavelmente entendemos que não foram tomadas as medidas preventivas que um jogo de mais de quatro mil adeptos exigia. A força policial com 11 elementos é manifestamente escassa para conseguir conter qualquer alteração da ordem pública, como foi o caso”, afirma o Famalicão.

Recordamos que a requisição de policiamento de espetáculos desportivos é obrigatória em competições desportivas de natureza profissional como a Liga Profissional de Futebol.

A responsabilidade pelos encargos com o policiamento de espetáculos desportivos é suportada pelos respetivos promotores.

Relativamente a espetáculos que envolvam a categoria sénior, como era o caso, a relação policial/espectadores deve, em jogos de risco elevado, ser na ordem de 1/200 e, em jogos de risco normal, na ordem de 1/500 ou 1/600, não podendo, em caso algum, o número de agentes a destacar ser inferior a três.

No Académica 1- Famalicão 1 estiveram 4402 espectadores.  Não vimos mais que uma dúzia de elementos policiais.

Diz a Lei que, quando, atendendo a fatores excecionais e invocando fundamentação adequada, o comando territorialmente competente o considere necessário, pode, no caso em apreço, propor à Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública, a atribuição de um número de efetivos superior ao determinado.

A decisão a que se refere o número anterior é adotada pelo comando territorialmente competente quando o promotor apresente a respetiva requisição em prazo inferior a oito dias úteis a contar da data do espetáculo ou o promotor dê a sua concordância ao projeto de proposta de atribuição de um número de efetivos superior ao estabelecido.

A fundamentação da proposta obedece alguns critérios como: Grau de risco previsto;  Fase da competição;  Contexto da realização da competição;  Condições gerais de segurança, acessibilidade e localização do recinto e área envolvente.

A PSP de comenta não respondeu às nossas questões sobre o que aconteceu no Estádio Cidade de Coimbra.

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