Desporto

Académica impede treino do União da Madeira no Municipal de Coimbra

Notícias de Coimbra | 8 anos atrás em 25-01-2016
 Carlos Cidade acusa José Eduardo Simões de impedir União da Madeira de “aquecer” no Estádio Cidade de Coimbra.
sérgio conceição
 
Segundo o vereador do Desporto, a recusa da Académica levou a que a Liga Profissional de Futebol tivesse solicitado à Câmara de Coimbra para treinar no “Estádio de Taveiro” (Cidade deixou de tratar o complexo pelo nome de “Sérgio Conceição”), pedido aceite em prol do bom nome da cidade e da instituição.
Carlos Cidade acrescentou que os madeirenses, que têm um presidente que já pertenceu à AAC, nem sequer precisaram de utilizar os balneários.
 
A afirmação do socialista surgiu na sequência de uma questão do social democrata José Belo, que no decorrer da reunião quinzenal do executivo municipal, quis saber se a CMC tinha recebido algum pedido da equipa madeirense.
O vereador  da oposição também quis saber se a CMC tinha recebido algum pedido para ceder o Sérgio Conceição aos nossos juniores, mas o colega da situação limitou-se a responder que não fazia cedências a sociedades comerciais, uma clara alusão AAC/OAF – SDUQ, Lda.

Fonte oficial da Académica confirmou a NDC que, por questões técnicas, não foi possível emprestar o relvado do Calhabé aos madeirenses.

No entanto, a Briosa sugeriu ao União da Madeira para treinar num campo sintético, oferta que foi  recusada pela equipa treinada por Norton de Matos.
A mesma fonte lamenta  que a  CMC adopte uma política de cobrança de taxas  a entidades sediadas no concelho e não tenha o mesmo tipo de procedimento em relação a organizações estranhas ao município, a quem acusa de ceder instalações sem custos.
O contacto de NDC aproveitou a ocasião para declarar que tem a certeza que não foi a Liga  que requisitou o  Municipal baptizado com o nome de Sérgio Conceição.
Carlos Cidade, contactado por NDC, reafirmou que o pedido de cedência do “Estádio de Taveiro” foi efectuado pelo Engº Fidalgo, representante da Liga.
António Dias, Director Executivo das competições da Liga Portugal, reiterou que a entidade que representa não efectuou nenhum pedido à CMC.
Acrescentou que a LPFP não costuma ter este tipo de intervenções, que costumam ser resolvidas pelos responsáveis dos clubes.
Confirmou ainda que é superior hierárquico do Engº Fidalgo, mas adiantou que não tem conhecimento que ele tenha feito essa diligência.
NDC aguarda uma declaração oficial  do União da MAdeira, SAD.

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