De um momento para o outro, ou melhor, do sol para a tempestade, a presidente da Câmara de Coimbra, Ana Abrunhosa, passou de autarca a potencial primeira-ministra nas conversas de café e nas redes sociais. Há quem já a veja em São Bento, mas antes disso houve outra versão: a da “menina Ana” na noite de Coimbra.
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No programa “Dois às 10”, a autarca abriu o livro e mostrou que, muito antes dos dossiês e das reuniões, já tinha uma boa dose de independência. Sem rodeios, contou que decidiu ir viver sozinha aos 15 anos, uma espécie de “pré-estágio” intensivo para a vida adulta.
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Aos 18, chega a Coimbra e foi amor à primeira vista. Entre apontamentos e exames, trabalhou num restaurante na Praça da República, mas isso não a impedia de dar um pezinho de dança. O método era simples (e resistente): estudar até às duas da manhã, sair até de madrugada e, sem dormir, seguir direta para as aulas no dia seguinte.
Se hoje enfrenta ministros, naquela altura enfrentava diretas académicas. E, ao que tudo indica, já treinava a capacidade de resistência que agora aplica na política.
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