A cor do cabelo não é apenas uma questão estética ou de personalidade: estudos recentes indicam que pode também dar pistas sobre a nossa saúde.
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A pigmentação depende da melanina — eumelanina nos cabelos escuros e feomelanina nos ruivos — e influencia o risco de certas doenças.
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Pessoas loiras ou ruivas são mais sensíveis à radiação ultravioleta e apresentam maior risco de melanoma, enquanto cabelos escuros oferecem alguma proteção natural.
Curiosamente, ruivos têm o dobro do risco de desenvolver Parkinson, possivelmente devido a variações no gene MC1R, e também processam a dor de forma diferente, necessitando de mais anestesia em cirurgias.
O aparecimento precoce de cabelos brancos pode indicar stress oxidativo ligado a doenças cardíacas, neurodegenerativas e cancro, enquanto indivíduos de cabelo escuro parecem mais propensos à alopecia areata. Por outro lado, homens ruivos apresentam menor risco de cancro da próstata, indica o site ZAP.
Apesar de a cor do cabelo não determinar sozinha a saúde, a genética da pigmentação mostra-se cada vez mais importante para compreender vulnerabilidades e proteções naturais do organismo.
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