A rentabilidade bruta da compra de uma casa em Portugal para colocá-la no mercado de arrendamento situou-se em 6,3% no primeiro trimestre de 2026, menos 0,9 pontos percentuais (p.p.) do que no mesmo período de 2025 (7,2%) e menos 1 p.p. face ao primeiro trimestre de 2024 (7,3%), segundo os dados do idealista.
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Em comparação com o mesmo período de 2019, quando a rentabilidade da habitação era de 7,5%, o retorno caiu 1,2 p.p.
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Analisando por capitais de distrito e regiões autónomas, é em Bragança que a compra de casa para investimento oferece maior rentabilidade, com um retorno de 8%. Seguem-se Castelo Branco (7,9%), Coimbra (6,5%), Santarém (6,5%), Leiria (6,1%), Évora (5,8%), Braga (5,6%), Ponta Delgada (5,6%), Setúbal (5,4%) e Viana do Castelo (5,2%).
Com rentabilidades de 5% surgem ainda Aveiro, Faro e Funchal, enquanto o Porto apresenta um retorno de 4,9% e Viseu de 4,7%.
No extremo oposto, a rentabilidade habitacional mais baixa observa-se em Lisboa (4,3%).
Esta análise permitiu ainda avaliar a rentabilidade de outros produtos imobiliários a nível nacional. Os escritórios proporcionam uma rentabilidade de 8,2%, as lojas de 8,1% e as garagens de 5,5%.
Para a realização desta análise, o idealista dividiu o preço de venda pelo valor de arrendamento solicitado pelos proprietários nos diferentes mercados no primeiro trimestre de 2026. O resultado obtido corresponde à rentabilidade bruta que proporciona o arrendamento de uma casa ao seu proprietário. Estes dados permitem analisar o estado atual do mercado e são um ponto de partida básico para todos os investidores que pretendam comprar ativos imobiliários para obter rendimento.


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