Um novo estudo europeu sugere que substituir a relva por musgo nas bermas e taludes das estradas pode trazer benefícios ambientais significativos.
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Ao contrário da relva, o musgo não precisa de raízes nem flores, cresce em solos finos e áreas sombrias, e exige pouca manutenção, o que pode reduzir custos em quilómetros de autoestrada.
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Além de captar poluentes do ar, como partículas finas e metais pesados, o musgo funciona como uma esponja natural, absorvendo água da chuva e libertando-a lentamente. Este efeito pode ajudar a atrasar o escoamento em períodos de chuva intensa, diminuindo o risco de cheias repentinas e aliviando sistemas de drenagem, indica o site ZAP.
As bermas com musgo também podem servir como corredores ecológicos, favorecendo insetos, microrganismos e outras espécies em áreas fragmentadas pela urbanização. No entanto, os investigadores alertam que o musgo cresce lentamente, algumas espécies são sensíveis ao sal das estradas e pode ser necessário monitorizar os poluentes retidos na planta.
Esta solução natural surge como uma alternativa promissora para tornar as estradas mais sustentáveis e resistentes a fenómenos climáticos extremos.
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